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sábado, 7 de abril de 2018

Museu Militar de Elvas assinala Dia Internacional dos Monumentos e Sítios com vistas à “contramina” da muralha seiscentista


 O Dia Internacional dos Monumentos e Sítios (DIMS). Rede Portuguesa de Museus (RPM), é comemorado pelo Museu Militar de Elvas, no próximo dia 18 de abril de 2018, que preparou uma visita ao interior de uma “contramina” da muralha seiscentista no Museu Militar de Elvas.

O programa que vai decorrer entre as 10h00 e 16h00, constará de uma explicação sobre a utilização das contraminas e a sua importância na poliorcética, seguida de uma visita ao seu interior.

Para mais Informações e inscrições: T. 268 636 240 mme.museologia@gmail.com / musmilelvas@mail.exercito.pt
Fotos:Emílio Moitas/Global News 


terça-feira, 5 de dezembro de 2017

Arronches em Notícias | Censurado por militar do Destacamento de Trânsito de Portalegre com fotógrafo a ser perseguido pela GNR de Campo Maior

Os fatos resumem-se ao seguinte na manhã da passada terça-feira dia 05 de dezembro, de 2017, como habitualmente e sempre que exista alguma ocorrência seja cultural ou outra, como foi o caso motivou a intervenção dos Bombeiros Voluntários de Arronches, desloco-me ao local para fazer a cobertura para este espaço de informação e jornais onde colaboro, embora não seja a primeira vez que sou tratado de forma rude pela GNR, hoje sem que nada o fizesse prever fui abordado de forma agressiva por um militar do destacamento de Trânsito de Portalegre, que sem cumprimentar ou se identificar, se dirigiu ao local onde me encontrava para literalmente me expulsar com sucessivas ameaças, isto quando me encontrava fora da faixa de rodagem, e do lado contrario ao acidente e afastado vários metros, sem interferir no trabalho dos profissionais que ali desempenhavam operações de socorro.

O mesmo militar para além de diversas ameaças: estás proibido de publicar qualquer imagem nos jornais ou até posso apreender a máquina e já te vou-te mandar identificar, ameaça esta última que fez cumprir por dois militares do Posto Territorial da GNR de Campo Maior que se encontravam no local, e que diga-se foram tão eficazes na pressão e tortura psicológica que exerceram, que conseguiram que não conseguisse encontrar em 5 minutos a documentação pessoal e da viatura, que afinal se encontrava dentro do carro estacionado numa gare da E. 371, a cerca de 500 metros do local da ocorrência.

Como em 5 minutos não consegui encontrar os documentos, foi coagido a assinar um documento, mas com os documentos a aparecerem e a seguir e a serem apresentados ao responsável do Destacamento de Trânsito da GNR Portalegre, que presumo comandava as operações no terreno, mas a recusar-se determinantemente a ver os documentos, alegando que os guardas já tinham ido embora e como “já estava...já estava”, referindo ainda que se recusava mais a falar mais comigo.

Face a esta atitude e á recusa no local em me serem fiscalizados os documentos, dirigi-me momentos depois ao posto da GNR em Arronches, onde apresentei os documentos e me informaram dos procedimentos.

Uma situação no mínimo insólita e que julgo não ser prática recorrente na GNR, mas o que mais doeu, nem foi fato de alegarem que andava sem documentos e se terem recusado a fiscalizar os documentos, foi ver nesse mesmo local como esse militar se ignorou e permitiu a outras pessoas fazer tudo o que antes tinha proibido, tal como andar na faixa de rodagem sem colete e fazer fotos do acidente, olhando para mim numa demonstração de poder absoluto.

Outra situação que me deixou também menos agradado foi ter recebido um telefonema de um profissional que no local tinha prestado auxílio, perguntando o que se tinha passado, por ter escutado comentários da GNR no local, como: quem é o tipo, e ao lhe ter sido dito que era um fotógrafo de Arronches, referiu vou já chatear o “gajo”.

Que fique claro que não questiono as ordens nem a formas de atuação das autoridades sejam elas quais forem, mas de uma coisa tenho a certeza hoje foi tratado de forma discriminatória, humilhado por militares que vestem a farda da GNR, uma GNR que aprendi a respeitar desde os meus tempos de menino, quando ainda no tempo da ditadura e no desempenho da sua missão quer a pé ou montados em cavalos, fizesse chuva ou sol, passavam no monte onde vivia, que ficava a kms do Posto de Arronches, e me pediam para lhe fazer uma assinatura numa caderneta de forma a fazerem prova no posto que tinham passado pelo monte, num monte onde eram quase todos analfabetos incluído eu com os meus 7 ou 8 anos, mas digamos eram outros tempos com menos recursos mas com outro tipo de formação.

Com o atrás exposto não procuro fazer o papel de vítima, assim como de solicitar favores ou excepções ou denegrir uma instituição que merece respeito, mas que tem obrigação também de respeitar, mas hoje percebi que neste país em algumas instituições nem tudo são rosas, assim como nem todos somos tratados de igual modo, mas apenas partilhar o meu sentimento que não lhe chamarei revolta mas sim impotência com outras vítimas sujeitas a igual procedimento, que certamente existem no distrito de Portalegre e um pouco por todo um país chamado Portugal.




terça-feira, 26 de janeiro de 2016

Forte da Graça com mais de 20 mil visitantes


Desde a sua abertura, a 27 de Novembro de 2015, o Forte da Graça já recebeu mais de 20 mil visitantes, numa afluência que tem excedido as expectativas do Município de Elvas, sendo o maior afluxo o de turistas espanhóis, em especial da região vizinha da Extremadura espanhola”, refere fonte da Autarquia.

Ainda de acordo com o Município, “muitos são os turistas atraídos pela monumentalidade e importância histórica deste bastião militar, que têm vindo a percorrer o interior e exterior do Forte da Graça e a conhecer um pouco da sua história ao longo dos séculos”.

Na passada semana um grupo de espanhóis, oriundos da cidade vizinha de Badajoz, perfez os 20 mil visitantes no Forte da Graça, em Elvas, tendo, nesta ocasião, recebido, das mãos do presidente da Câmara Municipal, Nuno Mocinha, um livro da candidatura da “Cidade-Quartel Fronteiriça de Elvas e suas Fortificações”.

De referir que entre as 10 e as 17 horas, de terça a domingo as portas do Forte estão abertas a quem queira visitar este monumento nacional. Os visitantes devem deixar as viaturas nos dois parques existentes, não sendo permitido estacionar na estrada de acesso ao monumento. 

A partir de fevereiro, as entradas são pagas embora de momento seja ainda desconhecido o valor das mesmas.
Fotos: E. Moitas 











quinta-feira, 6 de junho de 2013

Elvas – Câmara salva património militar incluída a jóia da coroa “Forte da Graça”

Depois de anos de total abandono e sucessivas pilhagens os prédios militares devolutos no Centro Histórico de Elvas, e ainda a considerada jóia da coroa “Forte da Graça”, propriedade do Exército Português, vão passar para a administração da Câmara Municipal de Elvas, com excepção do antigo Regimento de Infantaria Nº8, atual Museu Militar, por um período de 50 anos.

Em conferência de imprensa, realizada no passado dia 5 de junho no salão nobre dos Paços do Concelho, Rondão Almeida confirmou aquisição de todos os monumentos militares da cidade, começou por dizer que existem datas que marcam a história da cidade de Elvas e o dia 5 de junho irá ficar na história, referindo a aquisição tem um custo de 723,800€, que serão pagos no momento da assinatura da escritura. O autarca elvense adiantou que nos próximos cinco anos serão feitas as obras de recuperação e reutilização do património.

No que diz respeito ao valor da recuperação dos imóveis, Rondão Almeida refere que a obra prevista é de 20 milhões de euros, e cinco milhões de euros a recuperação do Forte da Graça.

domingo, 13 de janeiro de 2013

Elvas - Património mundial classificado pela UNESCO em 2012 continua a saque

No Forte da Graça nem as telhas escapam aos ladrões

A maior fortificação abaluartada do mundo, em Elvas, classificada em junho de 2012, como Património Mundial, pela Organização das Nações Unidas para a Educação, Ciência e Cultura (UNESCO), continua a saque com especial incidência no Forte da Graça, local onde vândalos e ladrões vem arrancando portas, gradeamentos, blocos de granito e por último até as telhas da cobertura dos telhados, ainda recuperados poucos anos antes, como se pode observar nas fotografias registadas hoje por António Gois.

O forte da Graça, situado no cimo de um morro a Norte de Elvas, que durante muito tempo foi usado como presídio militar, dele fugiram o Capitão Almeida Santos e outros implicados na revolta da Sé,  é este primor da arquitectura militar do século XVIII, que hoje continua a saque sem que seja encontrada uma solução que salve o que ainda resta do Forte.

As fortificações de Elvas foram classificadas, na categoria de bens culturais, na 36.ª sessão do Comité do Património Mundial, que esteve reunido até 6 de Julho, em São Petersburgo, na Rússia.

O conjunto de fortificações de Elvas, cuja fundação remonta ao reinado de D. Sancho II, é o maior do mundo na tipologia de fortificações abaluartadas terrestres, possuindo um perímetro de oito a dez quilómetros e uma área de 300 hectares.

As fortificações de Elvas constituíam o único monumento português entre os 33 candidatos que fazem parte da lista de Património Mundial, elaborada pela Unesco, tendo sido classificadas todas as fortificações da cidade, os dois fortes, o de Santa Luzia, do século XVII, e o da Graça, do século XVIII, três fortins do século XIX, as três muralhas medievais e a muralha do século XVII, além do Aqueduto da Amoreira.

Classificado como Património Nacional em 1910, o Forte da Graça, monumento militar do século XVIII situado a dois quilómetros a norte da cidade de Elvas, constitui um dos símbolos máximos das fortalezas abaluartadas em zonas fronteiriças.
Fotos: António Gois e Emílio Moitas 




terça-feira, 15 de março de 2011

Por vezes chegam cartas do outro lado do mundo desta vez com notícias do Afeganistão

Caro Blogue "Arronches em Notícias"

Embora a espaços, é com muito gosto e apreço que sigo o que sobre a nossa terra se vai publicando.
As minhas sinceras felicitações pelo trabalho que vem realizando.

Sou nascido e criança de atravessar as passadeiras do Porto Manes, quando as havia!
Hoje, homem feito, as ligações à nossa terra não são diárias mas a família está aí elas ainda se sucedem com frequência.

Sou militar e estou actualmente em missão no Afeganistão.
Este blogue continua a ser um link que não desprezo.

Cheguei a estas terras do Islão em finais de Setembro de 2010 e ficarei por cá até meados de Abril do corrente ano.
Não sendo um país fácil e uma missão ainda menos, todos os que aqui servem, têm na boca a palavra/sentimento que é só nossa:
"SAUDADE".

Ela expressa-se das mais variadas formas e uma delas é a inscrição do nome da terra de proveniência e a sua distância em placas e afixadas em local público.

Assim enquanto nos minaretes das mesquitas ecoa o som do 'Adhan,' (chamada para oração) da tarde, aqui deixo também "pegada arronchense", da qual envio prova.

Atentamente

Joaquim B.

Nota: Arronches em Notícias aproveita para desejar um resto de missão com muita paz e uma boa viagem de regresso a Portugal, assim como umas merecidas férias em Arronches.

Quanto ás passadeiras do Porto Manes ou do Tinte já são apenas memórias, mas para matar saudades desse tempo, um pouco mais acima ainda é possível atravessar a ribeira utilizando as velhas passadeiras do moinho de Caia, ali junto à casa do Sr. Caiadas

Um grande abraço


terça-feira, 9 de junho de 2009

Atalaia do Baldio de Arronches - Sempre Vigilante Aguarda Recuperação

A velha atalaia do Baldio de Arronches, situada junto a este monte, continua a dominar a paisagem envolvente pela sua grandiosidade.
Visível da Estrada Nacional 246, (Arronches/Elvas), esta velha torre de forma quadrangular, que outrora serviu de vigia á fortaleza de Arronches, encontra-se hoje num avançado estado de ruína, tendo nos últimos anos vindo a agravar-se o seu estado de conservação.

Bastante visitada por turistas espanhóis e caminhantes do Circuito das Garças, esta atalaia representa um perigo invisível para todos aqueles que se aventuram no seu interior, devido á possível queda de pedras ou blocos de granito.
Este monumento militar foi em tempos visitado pelos Amigos dos Castelos, que na altura referiram a intenção de sensibilizarem as autoridades locais para a importância da conservação deste importante testemunho da nossa história militar, mas passados mais de uma dezena de anos, nunca o monumento foi alvo de qualquer intervenção.

Das sete atalaias que no passado facultaram segurança á fortaleza de Arronches, sempre ameaçada por Castela, apenas restam duas resistentes, as atalaias do Baldio e das Carninhas, esta última felizmente recuperada recentemente, com o apoio do Programa Iniciativa Comunitária Leder +. Quanto as restantes cinco, que se situavam na serra dos Louções, Água de Raiz, Outeiro Branco, S. Bartolomeu e Torre das Areias, já todas foram ruindo, restando das mesmas insignificantes vestígios.
Espera-se que a atalaia do Baldio de Arronches, não seja condenada á mesma sorte, o seu contributo na defesa de Arronches e a sua importância histórica, merecem uma intervenção urgente.

Integrada no percurso das Garças, ou qualquer outro Percurso Pedestre a mesma é uma mais valia para o desenvolvimento das potencialidades da actividade turística em Arronches, importante será também manter acessíveis os antigos caminhos públicos que permitiam o acesso a este monumento e a outros locais de interesse histórico ou paisagístico, invertendo a tendência que abusivamente os vem destruindo ou fechando a cadeado, impossibilitando assim a sua utilização por parte da população.