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quinta-feira, 7 de janeiro de 2016

Campo Maior - Recupera as muralhas no início de 2016


Foto: ArronchesemNotícias

As muralhas de Campo Maior vão ser alvo de um processo de reabilitação em parceria com a Direcção Regional de Cultura do Alentejo, aguardando-se pela assinatura do protocolo. Neste processo o município assumiu a execução do projecto, desde o levantamento polográfico, até ao projecto de estabilidade. Quem vai ser o promotor da candidatura desse projecto ao Alentejo 2020 é a Direcção Regional de Cultura”.

O projecto, orçado em 4 milhões e 200 mil euros, contempla também a “recuperação da sala das colunas e da sala, também no castelo, onde estava o espólio arqueológico da Direcção Regional de Cultura”, com o intuito de “dar vida àquela zona de Campo Maior”.

Simultaneamente vai ser criado um roteiro desde o Mártir Santo até à zona do Museu Aberto, de acordo com Ricardo Pinheiro: “este vai ser um projecto integrado, onde vamos ter acesso ao Castelo, mas vai existir um roteiro que vai desde o Mártir Santo até à zona do Museu Aberto, espaço onde vai nascer o próximo Museu das Festas do Povo. É óbvio que é criar um sintonia em relação ao projecto do museu das Festas do Povo com a recuperação do património, criar um roteiro pela fortificação e que esteja devidamente explicado e orientado para percebermos o que foi a história militar e deste concelho”.

quinta-feira, 6 de junho de 2013

Elvas – Câmara salva património militar incluída a jóia da coroa “Forte da Graça”

Depois de anos de total abandono e sucessivas pilhagens os prédios militares devolutos no Centro Histórico de Elvas, e ainda a considerada jóia da coroa “Forte da Graça”, propriedade do Exército Português, vão passar para a administração da Câmara Municipal de Elvas, com excepção do antigo Regimento de Infantaria Nº8, atual Museu Militar, por um período de 50 anos.

Em conferência de imprensa, realizada no passado dia 5 de junho no salão nobre dos Paços do Concelho, Rondão Almeida confirmou aquisição de todos os monumentos militares da cidade, começou por dizer que existem datas que marcam a história da cidade de Elvas e o dia 5 de junho irá ficar na história, referindo a aquisição tem um custo de 723,800€, que serão pagos no momento da assinatura da escritura. O autarca elvense adiantou que nos próximos cinco anos serão feitas as obras de recuperação e reutilização do património.

No que diz respeito ao valor da recuperação dos imóveis, Rondão Almeida refere que a obra prevista é de 20 milhões de euros, e cinco milhões de euros a recuperação do Forte da Graça.

quinta-feira, 4 de abril de 2013

Sociedade de História da Independência de Portugal visitou Concelho de Arronches

Conhecer a fortaleza e muralhas, assim como pormenores arquitectónicos, curiosidades, lendas e as histórias da História do concelho de Arronches, foi uma iniciativa cultural promovida pela da Sociedade de História da Independência de Portugal, esta quinta feira dia 4 de abril.  
  
A iniciativa teve início na parte da manhã com uma visita guiada à Igreja Matriz de Nª. Sr.ª da Assunção, acompanhada pela prof. Maria dos Anjos, do grupo de voluntariado da Igreja.

Seguiu-se ainda na parte da manhã uma visita guiada ao Centro Histórico, com destaque para a Praça da República, exterior do edifício da Santa Casa da Misericórdia e antiga rua de Paço, Largo da Cadeia e zona da Fortaleza, para finalizar a manhã no Museu de (A) Brincar, local onde para além da importante colecção do museu os visitantes tiveram ainda oportunidade de apreciar a arquitectura de interior da Fortaleza de Arronches.

O período da tarde, depois de um almoço tipicamente alentejano no Hotel Rural de Santo António, a comitiva com mais de cinquenta pessoas foi até à freguesia de Esperança, para conhecer as Pinturas Rupestres da "Lapa dos Gaivões", localizada em Vale de Junco no Parque Natural da Serra de S. Mamede.

Já ao final da tarde o passeio terminou com uma visita à barragem do Caia com início na zona das Garças no Baldio de Arronches e passagem pelo paredão da barragem.

Esta visita da Sociedade de História da Independência de Portugal ao concelho de Arronches, teve o apoio do Município e foi acompanhada por um técnico do Posto de Turismo.

De referir que a Sociedade Histórica da Independência de Portugal, conhecida também pelo acrónimo SHIP, com sede e actividades no Palácio da Independência, é uma associação sem fins lucrativos de direito privado, com o estatuto de pessoa colectiva de utilidade pública, que visa a defesa da identidade e da independência de Portugal, actuando essencialmente através das áreas da defesa e promoção da educação e da cultura patriótica portuguesa.

A instituição foi fundada com o nome de "Associação Nacional 1.º de Dezembro de 1640" que em 24 de Maio de 1861 indicou uma Comissão Central 1.º de Dezembro de 1640 com 40 simbólicos membros para a dirigir, qual os 40 Conjurados, tendo os seus primeiros estatutos aprovados por decreto do Ministério do Reino datado de 1 de Dezembro de 1869.

A partir de 1927 adoptou a actual designação, com a sigla SHIP, depois da aprovação de novos estatutos, os quais foram ratificados pelo Decreto n.º 15 827 de 9 de Agosto de 1928.





segunda-feira, 23 de julho de 2012

Campo Maior – Bloco de Esquerda alerta para as muralhas da vila


Numa altura em que o distrito rejubila com a recente classificação das Fortificações de Elvas a Património Mundial pela UNESCO, a 18 Km, em Campo Maior a Muralha de Mártir Santo serve de alojamento a mais 50 famílias em condições sub-humanas. Após o acidente (derrocada) de 2010, surgiram as promessas de resolução do problema que esbarraram de imediato com a falta de sensibilidade do Instituto da Habitação e Reabilitação Urbana (IHRU) e da habitual falta de atenção do poder central.

O Bloco de Esquerda já manifestou a sua indignação e apelou às entidades competentes que tomassem medidas de forma a evitar este problema de exclusão social. É urgente o realojamento destas famílias, de forma a colocar fim a tão degradante espetáculo, que é um autêntico atentado à vida humana e à Saúde Pública. Os anos têm passado e nada foi feito, com a população de Campo Maior a assistir impotente a esta calamidade social. É incompreensível e inadmissível que os campomaiorenses tenham de suportar esta humilhação, fruto de sucessivos governos que só se lembram de Campo Maior nas alturas das Festas das Flores e só com o intuito da caça ao voto. As entidades oficiais são responsáveis pela falta de segurança, os perigos de saúde pública e o péssimo cartão-de-visita para os turistas que pretendem visitar o Castelo. Cientes da responsabilidade camarária sobre este assunto da qual exigimos uma atitude determinada, exigimos também ao Sr. Ministro da Solidariedade e da Segurança Social, bem como ao Alto Comissariado para a Imigração e Diálogo Intercultural - ACIDI, I.P, para que tomem medidas sobre este problema que coloca em causa os direitos humanos e deteriora a vida de todos os habitantes de Campo Maior.

A Comissão Coordenadora Distrital Bloco Esquerda