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sábado, 30 de janeiro de 2016

Campo Maior- Realoja comunidade cigana do Mártir Santo

A Câmara de Campo Maior em nota informativa anuncia que vai iniciar, este sábado, dia 30 de janeiro o processo de realojamento da comunidade de etnia cigana localizada na zona do Mártir Santo.

O município refere que com este passo “coloca-se um ponto final à ocupação ilegal, que ocorreu ao longo de várias décadas, de uma parte significativa da zona abaluartada de Campo Maior.

O projeto de realojamento resultou na construção do Bairro de São Sebastião, constituído por 53 módulos habitacionais que irão acolher cerca de 220 pessoas, num investimento total de aproximadamente 1 milhão de euros financiado por fundos comunitários, dos quais o município de Campo Maior assegurou 15 por cento, cerca de 150 mil Euros.

Segundo a autarquia a solução agora posta em prática permite lançar o projeto de recuperação de uma das partes mais importantes do património monumental de Campo Maior e, paralelamente, acabar com a situação de degradação social a que a comunidade ali instalada esteve sujeita durante vários anos.

Entidades como a GNR, a Direção Regional de Cultura do Alentejo, o Instituto da Segurança Social, o Instituto de Habitação e Reabilitação Urbana, o Alto Comissariado Para as Migrações, entre outras, fizeram parte da comissão que, desde o início, acompanhou e apoiou o município na preparação do realojamento, dando corpo a um projeto com “características únicas” a nível nacional.
Fotos: E. Moitas 

quinta-feira, 7 de janeiro de 2016

Campo Maior - Recupera as muralhas no início de 2016


Foto: ArronchesemNotícias

As muralhas de Campo Maior vão ser alvo de um processo de reabilitação em parceria com a Direcção Regional de Cultura do Alentejo, aguardando-se pela assinatura do protocolo. Neste processo o município assumiu a execução do projecto, desde o levantamento polográfico, até ao projecto de estabilidade. Quem vai ser o promotor da candidatura desse projecto ao Alentejo 2020 é a Direcção Regional de Cultura”.

O projecto, orçado em 4 milhões e 200 mil euros, contempla também a “recuperação da sala das colunas e da sala, também no castelo, onde estava o espólio arqueológico da Direcção Regional de Cultura”, com o intuito de “dar vida àquela zona de Campo Maior”.

Simultaneamente vai ser criado um roteiro desde o Mártir Santo até à zona do Museu Aberto, de acordo com Ricardo Pinheiro: “este vai ser um projecto integrado, onde vamos ter acesso ao Castelo, mas vai existir um roteiro que vai desde o Mártir Santo até à zona do Museu Aberto, espaço onde vai nascer o próximo Museu das Festas do Povo. É óbvio que é criar um sintonia em relação ao projecto do museu das Festas do Povo com a recuperação do património, criar um roteiro pela fortificação e que esteja devidamente explicado e orientado para percebermos o que foi a história militar e deste concelho”.

segunda-feira, 12 de maio de 2014

Campo Maior – Mulher ferida a tiro e roubos continuam a alarmar a população


Uma mulher de 45 anos foi alegadamente atingida na sequência de uma troca de tiros, esta tarde na zona do Mártir Santo (castelo), em Campo Maior, presumivelmente de caçadeira, desconhecendo-se ainda as causas que motivaram este incidente, ocorrido numa das zonas mais problemáticas da vila raiana.

Segundo informação dos Bombeiros Voluntários, a vítima que foi transportada para o hospital de Elvas, aparentemente não corria risco de vida.

Ainda em Campo Maior a vaga de insegurança reinante voltou a avolumar-se esta madrugada com o furto de três vigas ferro e 12 metros e chapas de um telhado duma vivenda na zona histórica. Ainda durante a tarde uma mulher foi assaltada na via pública, tendo-lhe sido furtado um fio de ouro.

Ainda na sequência da vaga de assaltos, distúrbios e vandalismo verificados nos últimos tempos, um contingente do corpo de intervenção da GNR fez o patrulhamento da vila durante algumas semanas de forma a acalmar a população e conter estes ilícitos.
Foto: Imagem Ilustrativa 

sexta-feira, 24 de janeiro de 2014

Alpalhão - Festas em honra de São Sebastião


Alpalhão - Festas em honra de São Sebastião este domingo dia 26 de janeiro

segunda-feira, 23 de julho de 2012

Campo Maior – Bloco de Esquerda alerta para as muralhas da vila


Numa altura em que o distrito rejubila com a recente classificação das Fortificações de Elvas a Património Mundial pela UNESCO, a 18 Km, em Campo Maior a Muralha de Mártir Santo serve de alojamento a mais 50 famílias em condições sub-humanas. Após o acidente (derrocada) de 2010, surgiram as promessas de resolução do problema que esbarraram de imediato com a falta de sensibilidade do Instituto da Habitação e Reabilitação Urbana (IHRU) e da habitual falta de atenção do poder central.

O Bloco de Esquerda já manifestou a sua indignação e apelou às entidades competentes que tomassem medidas de forma a evitar este problema de exclusão social. É urgente o realojamento destas famílias, de forma a colocar fim a tão degradante espetáculo, que é um autêntico atentado à vida humana e à Saúde Pública. Os anos têm passado e nada foi feito, com a população de Campo Maior a assistir impotente a esta calamidade social. É incompreensível e inadmissível que os campomaiorenses tenham de suportar esta humilhação, fruto de sucessivos governos que só se lembram de Campo Maior nas alturas das Festas das Flores e só com o intuito da caça ao voto. As entidades oficiais são responsáveis pela falta de segurança, os perigos de saúde pública e o péssimo cartão-de-visita para os turistas que pretendem visitar o Castelo. Cientes da responsabilidade camarária sobre este assunto da qual exigimos uma atitude determinada, exigimos também ao Sr. Ministro da Solidariedade e da Segurança Social, bem como ao Alto Comissariado para a Imigração e Diálogo Intercultural - ACIDI, I.P, para que tomem medidas sobre este problema que coloca em causa os direitos humanos e deteriora a vida de todos os habitantes de Campo Maior.

A Comissão Coordenadora Distrital Bloco Esquerda