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sábado, 26 de maio de 2018

Arronches - Folheto anunciando Garraiada Infantil acaba em polémica e cancelamento do espectáculo

Um folheto publicado em sites locais e redes sociais, anunciando uma “Garraiada Infantil”, organizada pelo Grupo de Forcados Amadores de Arronches, por ocasião do Dia Mundial da Criança, acabou em polémica e comentários com alguns excessos verbais entre apoiantes da Festa Brava e defensores dos Direitos dos Animais.

Uma situação que levou ao cancelamento do evento, como se pode ler no comunicado inserido na página web do município de Arronches.

 “ O Município de Arronches informa que as entidades competentes, nomeadamente a Guarda Nacional Republicana e a Comissão de Proteção de Crianças e Jovens, reuniram com o promotor, apelando para o cancelamento do espetáculo que teria lugar no próximo dia 2 de junho, na Praça de Touros.
Neste sentido, mais informamos que evento foi cancelado”.

De referir que em Portugal, Espanha e França Associações e grupos de cidadãos, ligados a movimentos anti-taurinos e a favor da proibição das touradas em Portugal, vem tentado sensibilizar para os direitos dos animais e impedir por via administrativa que os mesmos se realizem. 

segunda-feira, 2 de maio de 2016

Alcoolemia acaba com português detido que pediu par ir ao WC e tentou fugir

Um jovem de nacionalidade portuguesa foi apanhado num controle preventivo de alcoolemia realizado durante a madrugada na Avenida de Elvas, em Badajoz.

O infractor um jovem de 33 anos, após dar positivo no teste, pediu aos agentes para fazer as suas necessidades fisiológicas, ocasião que aproveitou para fugir por um descampado e tentar esconder-se entre a vegetação existente no local, acabando por ser localizado e detido pelos agentes da Policía Local, sendo sujeito à autoridade judicial.

Outro cidadão português, neste caso, um homem de cerca de 50 anos, deu também positivo, em provas de alcoolemia realizadas na estrada de Campo Maior, no acesso de Badajoz à fronteira do Retiro.  

Estes controles realizados na passada semana inseriam-se em acções preventivas de álcool e drogas ao volante e levadas a cabo pela Policía Local em colaboração com a Policía Nacional.
Fotos: E. Moitas 


quinta-feira, 25 de setembro de 2014

Fez chamada falsa para o INEM e acaba condenado a prisão


Um homem foi condenado, pelo Tribunal da Relação do Porto, a três meses de prisão por chamadas falsas para o Instituto Nacional de Emergência Médica (INEM), que mobilizou dezenas de militares da GNR, bombeiros, ambulâncias e helicópteros
 
O homem de 52 anos fez um telefonema anónimo, de um telemóvel que não permite receber chamadas, a 01 de fevereiro de 2012, às 13h28, para a linha de emergência 112, referindo ter sofrido um despiste e caído a um precipício, na carrinha da empresa de construção civil, na autoestrada A24, sendo o único sobrevivente dos seis ocupantes.

O indivíduo alegava que estava encarcerado e precisava de ser socorrido, não sabendo precisar o local por estar nevoeiro.

O falso alarme mobilizou nas buscas 18 militares da GNR e oito viaturas, um helicóptero, bombeiros de cinco corporações e médicos e enfermeiros de uma ambulância de suporte imediato de vida, de uma viatura médica de emergência e reanimação e de intervenção pré-hospitalar.

Os operadores da linha de emergência perceberam que se trataria de uma chamada falsa quando, contactada a mulher e o filho, por pedido do homem, estes referiram que ele estava desempregado, logo não poderia ter tido um acidente numa carrinha de trabalho, referindo ainda que decorria entre ambos um processo de divórcio.

Pela prática do crime de abuso e simulação de sinais de perigo, o homem foi condenado a três meses de prisão efetiva e ao pagamento de uma multa de 398,11 euros à GNR pelo prejuízo causado, nomeadamente pelo combustível gasto e pela deslocação e ocupação de militares.

O INEM reclamou uma indemnização de 235,96 euros pela deslocação de meios, não lhe tendo sido atribuído por não haver comprovativos desses gastos.

Fonte do Gabinete de Marketing e Comunicação do INEM referiu à imprensa ter sido a primeira vez que um cidadão foi punido com pena de prisão por fazer chamadas falsas para a linha de emergência em Portugal

"Esta condenação deve servir de exemplo porque é importante que se perceba que os meios que são deslocados para um falso incidente podem fazer falta e ser cruciais no socorro de outro", frisou. 

Fica o alerta se brincar com fogo pode acabar queimado, inclusive todos aqueles que simulam falsos acidentes, como tem acontecido ultimamente no distrito de Portalegre