sexta-feira, 18 de abril de 2025
Alentejo - A Páscoa de Arronches é nas margens do Rio Caia "Faça Chuva Faça Sol"
Arronches - Junta de Freguesia de Assunção entregou folar de Páscoa a Instituições de Solidariedade Social
No âmbito da época festiva de Páscoa que se vive por estes dias, o executivo da Junta de Freguesia de Assunção, como habitualmente passou pelas Instituições de Solidariedade Social localizadas na área desta freguesia para entregar o já tradicional folar de Páscoa.
Os 'miminhos' entregues vão contribuir para que utentes e funcionários destas instituições tenham "uma época festiva mais doce".
Feliz Páscoa! Que essa data nos traga muita paz, amor e alegria.
domingo, 17 de abril de 2022
Lua Rosa - Fim de semana de Páscoa ganhou atração noturna no céu do Alentejo
A superlua de abril de 2022, iluminou o céu do Alentejo e Arronches e toda a zona raiana em particular, durante todo o fim de semana e, embora seja chamada de lua rosa, não é bem dessa cor.
A lua rosa apareceu na sua plenitude, ou seja, cheia ao anoitecer
da passada sexta-feira (15) e poderá ser vista até segunda-feira dia (18 abril)
de manhã, de acordo com a Nasa.
Foto/ E. Moitas / Serra Rei Santo/17/04/2022
quinta-feira, 7 de abril de 2022
Arronches - Borrego o produto mais procurado na Páscoa ficou mais caro em 2022
O aumento do preço dos combustíveis e a seca que atingiu Portugal e a birra do Sr. Vladimir Putin e Joe Biden, na Ucrânia, agravaram ainda mais as dificuldades de produção nas explorações agrícolas alentejanas que atravessam um ano com grandes dificuldades na alimentação dos animais.
Os preços dispararam com o borrego, um dos produtos mais procurados na mesa alentejana na Páscoa a ficar mais caro, como se pode observar nos preços afixados na entrada de uma superfície comercial em Arronches, e condicionada encomenda prévia.
De acordo com dados
de 2021, nesse ano pela Páscoa, aumentou a procura de borregos e os valores
pagos aos produtores foram mais altos, do que nos anos anteriores, variando
entre os 3,00 e os 3,20 euros por quilo”.
Fotos/ E. Moitas
terça-feira, 30 de março de 2021
Alentejo - Uma Páscoa diferente sem Romaria da Enxara em Ouguela
Este ano de 2021 a Páscoa e em particular a Romaria da Enxara, vai ser diferente daquilo a que é habitual, embora Campo Maior não deixe de assinalar esta data tão importante para todos com diversas iniciativas, com destaque para as cerimónias religiosas em honra de Nossa Senhora da Enxara.
A romaria de Nossa Senhora da Enxara, que em períodos
normais consistia na deslocação da maioria da população de Campo Maior para
junto da Ermida de Nossa Senhora da Enxara, que se localiza no campo, perto da
aldeia história de Ouguela, a fim de festejar a Páscoa.
Normalmente a população desloca-se para a “Enxara” na sexta-feira
Santa, acampando lá quatro dias, regressando apenas na 2ª Feira. A Festa
consiste na interação entre os campomaiorenses e visitantes, numa missa e
procissão campal, tourada e ainda, outros divertimentos (carrosséis, barracas
de comeres ou bailes.
Em tempo de pandemia o cumprimento das regras de segurança
delineadas pela DGS, obriga a uma Páscoa diferente sendo, no entanto, assinalada
com algumas iniciativas.
Numa ação conjunta da Associação Coração Delta, Campo Maior
- Vila Solidária da Europa, Câmara Municipal de Campo Maior, Comissão de Nossa
Senhora da Enxara e Paróquia local, deixamos o programa possível da Páscoa 2021,
a ter lugar de 1 a 5 de abril.
Fotos/ Emílio Moitas
segunda-feira, 15 de março de 2021
Alentejo - Retomadas as missas católicas e celebrações de Páscoa com muitas limitações
A partir desta segunda-feira dia 15 de março, vai retomada a celebração de missas católicas com a presença da assembleia desde que observadas as detalhadas orientações da Conferência Episcopal Portuguesa de 8 de maio de 2020, e em consonância com as normas de segurança sanitária em vigor ou que venham a ser emanadas das autoridades de saúde.
Segundo o comunicado da Comissão Permanente da Conferência
Episcopal Portuguesa, o mesmo é válido para a celebração doutros sacramentos,
que chama a atenção para que “nesta fase evitar-se-ão procissões e outras
expressões da piedade popular, como as “visitas pascais” e a “saída simbólica”
de cruzes, de modo a evitar riscos para a saúde pública”.
A Assembleia Plenária da CEP que terá lugar entre 12 e 15 de
abril reavaliará estas orientações, tendo em conta a situação de pandemia no
país.
Celebrações da Semana Santa comprometidas:
As celebrações da Semana Santa vão ser reduzidas a um mínimo
religioso e sem procissões, a CEP recorda por isso as orientações para as
celebrações da Semana Santa divulgadas na Nota da Congregação para o Culto
Divino e a Disciplina dos Sacramentos emitida em 17 de fevereiro passado.
No Domingo de Ramos, a comemoração da entrada de Jesus em
Jerusalém deve ser celebrada “de forma simples” ou evitando os ajuntamentos dos
fiéis; os ministros e os fiéis tenham nas mãos o ramo de oliveira ou a palma
que trazem consigo e de nenhum modo pode ser permitida a entrega ou a troca de
ramos”.
Na missa vespertina da “Ceia do Senhor” de Quinta-feira Santa,
será omitido o lava-pés. E “no final da celebração, o Santíssimo Sacramento
poderá ser levado, como se prevê no rito, para o lugar da reposição numa capela
da igreja onde se possa fazer a adoração, no respeito das normas para o tempo
da pandemia”.
Na Sexta-feira Santa, o “ato de adoração da Cruz mediante o
beijo seja limitado só ao presidente da celebração” e a celebração religiosa da
Vigília pascal “poderá ser celebrada em todas as suas partes como previsto pelo
rito”.
Arronches sem acampamentos de Páscoa e Castelo de Vide e La
Codosera sem chocalhadas:
Uma Semana Santa atípica sem os tradicionais processões e outras tradições como as “chocalhadas”, que acontecem em algumas localidades como Castelo de Vide ou La Codosera, que depois da missa seguia pelas ruas da Vila, e que acatando as normas de segurança sanitária determinadas pelas autoridades de saúde não se deverão realizar, restando a consolação de “chocalhadas à janela”.
Em Arronches os tradicionais acampamentos de Páscoa, no
Baldio e que tinham o seu momento alto com a partilha do almoço de “borrego” de
segunda feira de Páscoa, no campo, e que juntava numerosas famílias e amigos
num dia de convívio, também não se poderão realizar de forma a cumprir as
normas de segurança sanitária em vigor.
Fotos/ Emílio Moitas / arquivo
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