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sábado, 31 de outubro de 2020

Distrito de Portalegre escapa ás novas medidas restritivas que atingem 121 concelhos


Distrito de Portalegre escapa ás novas medidas restritivas que atingem 121 concelhos

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As novas medidas de combate à covid-19 em Portugal, a partir desta quarta-feira, dia 4 de novembro, serão aplicadas em 121 concelhos, em que será imposto o dever de recolhimento, teletrabalho obrigatório e comércio a fechar às 22h00, entre outras.


O primeiro ministro revelou ainda ter solicitado uma audiência ao presidente da República para ser decretado nestes territórios o estado de emergência.


No total nacional, será abrangida 70% da população residente, num total de 7,1 milhões de pessoas.


Lista completa:


Alcácer do Sal,

Alcochete,

Alenquer,

Alfândega da Fé,

Alijó,

Almada,

Amadora,

Amarante,

Amares,

Arouca,

Arruda dos Vinhos,

Aveiro,

Azambuja,

Baião,

Barcelos,

Barreiro,

Batalha,

Beja,

Belmonte,

Benavente,

Borba,

Braga,

Bragança,

Cabeceiras de Basto,

Cadaval,

Caminha,

Cartaxo,

Cascais,

Castelo Branco,

Castelo de Paiva,

Celorico de Basto,

Chamusca,

Chaves,

Cinfães,

Constância,

Covilhã,

Espinho,

Esposende,

Estremoz,

Fafe,

Felgueiras

Figueira da Foz,

Fornos de Algodres,

Fundão,

Gondomar,

Guarda,

Guimarães,

Idanha-a-Nova,

Lisboa,

Loures,

Lousada,

Macedo de Cavaleiros,

Mafra,

Maia,

Marco de Canaveses,

Matosinhos,

Mesão Frio,

Mogadouro,

Moimenta da Beira,

Moita,

Mondim de Basto,

Montijo,

Murça,

Odivelas,

Oeiras,

Oliveira de Azeméis,

Oliveira de Frades,

Ovar,

Paços de Ferreira

Palmela,

Paredes de Coura,

Paredes,

Penacova,

Penafiel,

Peso da Régua,

Pinhel,

Ponte de Lima,

Porto,

Póvoa de Varzim,

Póvoa do Lanhoso,

Redondo,

Ribeira da Pena,

Rio Maior,

Sabrosa,

Santa Comba Dão,

Santa Maria da Feira,

Santa Marta de Penaguião,

Santarém,

Santo Tirso,

São Brás de Alportel,

São João da Madeira,

São João da Pesqueira,

Sardoal,

Seixal,

Sesimbra,

Setúbal,

Sever do Vouga,

Sines,

Sintra,

Sobral de Monte Agraço,

Tabuaço,

Tondela,

Trancoso,

Trofa,

Vale da Cambra,

Valença,

Valongo,

Viana do Alentejo,

Viana do Castelo,

Vila do Conde,

Vila Flor,

Vila Franca de Xira,

Vila Nova de Cerveira,

Vila Nova de Famalicão,

Vila Nova de Gaia,

Vila Pouca de Aguiar,

Vila Real,

Vila Velha de Ródão,

Vila Verde,

Vila Viçosa,

Vizela


Estas são as limitações:


Dever de permanência no domicílio, devendo os cidadãos abster-se de circular em espaços e vias públicas, bem como em espaços e vias privadas equiparadas a vias públicas, exceto para o conjunto de deslocações já previamente autorizadas, às quais se juntam as deslocações para atividades realizadas em centros de dia, para visitar utentes em estruturas residenciais para idosos, unidades de cuidados continuados integrados da Rede Nacional de Cuidados Integrados ou outras respostas dedicadas a pessoas idosas, bem como as deslocações a estações e postos de correio, agências bancárias e agências de corretores de seguros ou seguradoras e as deslocações necessárias para saída de território nacional continental;


Como regra, que todos os estabelecimentos de comércio a retalho e de prestação de serviços, bem como os que se encontrem em conjuntos comerciais, encerram até às 22h00;


O encerramento dos restaurantes até às 22h30;


Prever-se que o presidente da câmara municipal territorialmente competente possa fixar um horário de encerramento inferior ao limite máximo estabelecido, mediante parecer favorável da autoridade local de saúde e das forças de segurança;


A proibição da realização de celebrações e de outros eventos com mais de cinco pessoas, salvo se pertencerem ao mesmo agregado familiar;


A proibição da realização de feiras e mercados de levante,


A possibilidade de realização de cerimónias religiosas, de acordo com as regras da Direção Geral da Saúde; A obrigatoriedade de adoção do regime de teletrabalho, independentemente do vínculo laboral, sempre que as funções em causa o permitam, salvo impedimento do trabalhador;


O regime excecional e transitório de reorganização do trabalho (constante do DL 79-A/2020) é aplicável às empresas com locais de trabalho com 50 ou mais trabalhadores, em todos os concelhos abrangidos pelas novas medidas (atualmente este regime era aplicável às áreas metropolitanas de Lisboa e Porto).

Com/ E. Moitas



 

sábado, 9 de maio de 2020

Alentejo - Degradação e abandono na Linha do Leste atingem o apeadeiro de Arronches


Por estes dias e ultrapassado o estado de emergência da era COVID-19, com a chegada do Estado de calamidade, foi restabelecida a ligação de comboio entre o Entroncamento e Badajoz, os passageiros que utilizem o Apeadeiro de Arronches vão ter «Uma sensação de Terceiro Mundo», este é o cenário que qualquer viajante que aqui entre ou desembarque de comboio encontra na Linha do Leste, sendo obrigado a aguardar o comboio num espaço com lixo, destelhado e em ruínas.

Embora recuperado há poucos anos este apeadeiro prima atualmente pela indiferença da CP/ Refer na manutenção desta estrutura são visíveis.

Esta linha liga o Entroncamento a Badajoz, no seu percurso estabelece um elo de ligação entre Lisboa e o interior do Alentejo com passagem por Ponte de Sor, Portalegre, Elvas e terminar na vizinha Espanha, deveria merecer mais atenção dos responsáveis e estimular a interacção de viajantes e turistas de vários sítios diferentes, e assumir-se como uma parte importante daquele que é o principal sector económico da região "o turismo", um dos mais importantes do País.

A situação de desleixo verificada no Apeadeiro de Arronches é chocante, com o abrigo arruinado com lixo abundante e vegetação na plataforma de embarque, urge encontrar uma solução para este não-serviço prestado às pessoas que utilizam o comboio sendo ainda um péssimo cartaz turístico para toda a região.
Vídeo/ Ver no facebook / Fotos / Emílio Moitas





terça-feira, 18 de outubro de 2016

La Codosera – Desconhecimento ou insensibilidade atingem as ruinas do velho Puente Romano ou medieval


 Situadas nas margens do Río Gévora, na saída da Codosera as ruinas da antiga ponte romana, ou medieval , dado ser considerado pelos historiadores uma construção de origem medieval  dos séculos XIV ou XV, podendo  a sua origem ter sido romana.

que se manteve em pé até por volta dos anos sessenta do século XX, altura em que o arco central caiu numa noite de forte trovoada, e agora voltaram a ser atingidas por nova intervenção humana, o que fez perigar o que resta do velho monumento

Fruto de possível desconhecimento da localização do monumento,  ou insensibilidade pelo que resta do património arqueológico local, trabalhos agora efectuados junto à estrutura da ponte, com a intervenção de máquinas pesadas e escavações para colocação de postes eléctricos, por parte da empresa Iberdrola,  voltam a atingir o monumento que poderia ser uma mais-valia para o turismo desta localidade raiana, mas que permanece esquecido e votado ao abandono.

Uma ocasião que poderia ser aproveitada para juntar a  Codosera na defesa do seu património histórico, juntando esforços públicos e privados, e porque não solicitar o apoio e colaboração da empresa Ibeedola, no restauro e valorização do que resta das ruinas da velha ponte.

Como se escrevia em tempos num fórum de La Codosera, este é um local com história:

"Las ruinas del puente romano y la isla tienen su historia. Efectivamente es un terreno en forma de triángulo, que por un lado tiene al rio y por los otros dos limita con el canal. Este canal lo hicieron los hombres del pueblo a pico y pala sobre un terreno rocoso. En los primeros años del siglo pasado, el señó Manuel Berrocal mandó construirlo. Desde que entraba el agua del río, frente al puente, hasta que volvía otra vez al río, pasada la fábrica, con la fuerza del agúa se movía un molino de aceite, una serreria, la turbina electrica para darle luz al pueblo y un molino de trigo. En la isla,se construyó por los años cincuenta para instalar una fábrica de hielo, gaseosas y refrescos. Posteriormente se construyó una gran terraza, mirando al Viejo"
 Puente , enfrente, cuando todavía las aguas turbulentas de una noche de tormenta rompieron el arco central y lo derrumbaron.

Al día siguiente fue la noticia del día para los vecinos del pueblo.
--!El Puente se ha caído!---, y bajaron por la carretera para verlo.
Veja aqui: Video: https://youtu.be/GamRUsbHdek
Fotos: Emílio Moitas y Jose L. Olmo Berrocal





quarta-feira, 8 de janeiro de 2014

Arronches - Vandalismo e roubos atingem sítios arqueológicos na zona das Pinturas Rupestres

Situadas no limite Sul do Parque Natural da Serra de São Mamede, na freguesia da Esperança - Concelho de Arronches, localiza-se o mais importante conjunto de Pinturas rupestres ao ar livre de Portugal, datadas do 2º e 4º milénios a.c. 

Um património que nos últimos tempos vem sofrendo ações de depredação e vandalismo, por parte de desconhecidos que furtam peças metálicas e destroem a estrutura em madeira que facilita o acesso às Pinturas Rupestres.

Apesar da parceria entre a Câmara Municipal de Arronches e a Universidade de Évora com o  projecto  “ARA - Arte Rupestre de Arronches”, aprovado pelo IGESPAR,  e dirigido pelo Dr. Jorge Oliveira, e que teve inicio em 2009 com o estudo dos Abrigos dos Gaivões e Igreja do Mouros e trabalhos arqueológicos com destaque para  Gruta do Louções e no Abrigo Pinho Monteiro, com o levantamento topográfico das grutas, localização dos painéis decorados, fotografia e decalque directo e indirecto dos pictogramas entre outros trabalhos,  não tem sido possível contrariar os atos de vandalismo e a degradação dos equipamentos de apoio aos monumentos, tais  como sinalética e passadiços em madeira.  

Actualmente os muitos visitantes que vêm ao concelho de Arronches conhecer a Arte Rupestre, dispõem da informação e apoio do Centro de Interpretação da Identidade Local, inaugurado a 4 de maio de 2013 e que resultou de um projeto desenvolvido pela Câmara Municipal de Arronches tendo em vista a preservação da memória histórica de Esperança, com destaque para a Arte Rupestre.






quinta-feira, 8 de agosto de 2013

Incêndios atingem a região em Arronches, Campo Maior e Crato


Por volta da 13h00, desta quinta-feira, dia 8, os Bombeiros Voluntários de Arronches foram chamados para conter um incêndio surgido na fábrica de carvão situada em Mosteiros.

O fogo de origem desconhecida atingiu uma pilha de lenha de sobro, no combate às chamas estiveram 17 operacionais dos Bombeiros Voluntários de Arronches e Portalegre. 



Fogo em Campo Maior na zona da estrada do Retiro
Na tarde da passada quarta-feira surgiu um incêndio junto à estrada da Figueira nas proximidades da fronteira do Retiro.

O alerta para o fogo foi recebido às 14h58, tendo combatido as chamas que atingiram uma zona de pasto, 30 operacionais dirigidos pelo Comandante dos Bombeiros Voluntários de Campo Maior, 7 viaturas e um meio aéreo.

Fonte dos BVC informou que a área ardida foi cerca de 8 hectares.
Foto: Joaquim Candeias 

Crato – Fogo junto à Estação Ferroviária queima mato e eucaliptos

Desde o início da tarde desta quinta-feira lavra um incêndio de grandes dimensões na zona da Estação Ferroviária do Crato, atingindo uma área de eucaliptos e mato, sendo visível desde Arronches uma grande coluna de fumo.

Segundo informações do CDOS de Portalegre, á RP, estão no terreno 141 homens apoiados por 34 veículos e dois meios aéreos.