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quinta-feira, 10 de dezembro de 2020

Arronches - Perus pretos do Alentejo criados em liberdade “O melhor manjar da Ceia de Natal”

Arronches ainda produz o melhor e mais tradicional da Ceia de Natal, o famoso peru preto do Alentejo, criado em liberdade numa exploração agrícola do concelho.


A experiência com esta espécie avícola, que tem grande aceitação junto dos consumidores, durante a sua fase de crescimento apenas se alimenta do que a natureza lhe proporciona (insetos, plantas, sementes, azeitonas ou bolota ou creiais), tem sido bem-sucedida.


“As pessoas sabem que estes perus não levam qualquer tipo de antibiótico sendo criados de forma biológica Por isso, tardam 8 meses a estar criados ao contrário de os produzidos em aviários em 45 dias”, referiu-nos o produtor.


Os perus criados em Arronches, destinam-se a ser vendidos nos dias que antecedem ao Natal, prontos para dentro de pouco tempo chegarem à mesa de Natal, fazendo as delícias de algumas famílias, que optam pelo sabor e qualidade   desta ave criada no em liberdade no campo.


RESERVAS: 936 563 410


Para usufruir deste privilégio os interessados poderão fazer reserva de perus, junto do produtor, ter em atenção que numero de aves é limitado e sujeito a rutura de stock.


De referir que esta ave de belas penas, e estranhos pescoços vermelhos e azulados, chegou à Europa no século XVI trazido pelos portugueses e espanhóis depois da descoberta da América. 


Sagunto escritos antigos quem começou a domesticar os perus, que existiam em estado selvagem, foram os maias, primeiro, e depois os aztecas.


Quando os espanhóis chegaram ao Golfo do México encontraram o peru e ficaram maravilhados”.


Chegados à Europa, fizeram um enorme sucesso nas mesas dos nobres, e mais tarde passaram a ser um dos pratos principais da Ceia de Natal.

Com/ Emílio Moitas




 

segunda-feira, 8 de dezembro de 2014

Arronches – Perus pretos do Alentejo o melhor manjar da Ceia de Natal

A poucos quilómetros da sede do concelho, na freguesia de Mosteiros, um jovem agricultor está a produzir na sua herdade, perus pretos biológicos.

A experiência com esta espécie avícola, que durante o crescimento apenas se alimenta do que a natureza lhe proporciona (insectos, plantas, sementes, azeitonas ou bolotas), tem sido bem sucedida e a aceitação dos consumidores tem vindo a crescer. “As pessoas sabem que estes perus não levam qualquer tipo de antibiótico. Por isso, são criados em oito meses e os de aviário em 45 dias”, referiu-nos o produtor.

Os perus criados destinam-se a ser vendidos no Natal, prontos para dentro de pouco tempo chegarem à mesa de alguns portugueses, que ainda podem pagar a qualidade desta ave criada no em liberdade no campo.

Este animal de belas penas, e estranhos pescoços vermelhos e azulados, chegou à Europa no século XVI trazido pelos espanhóis e portugueses depois da descoberta da América. “Continua a haver perus selvagens na América. Quem começou a domesticar perus foram os maias, primeiro, e depois os aztecas. Quando os espanhóis chegaram ao Golfo do México encontraram este peru e ficaram maravilhados”.

Chegados à Europa, foram um enorme sucesso nas mesas dos nobres, que se encantaram com esta criatura exótica, de carne clara e macia. A questão do nome não é totalmente clara, mas Alfredo cita as teorias mais comuns que dizem que o nome “peru” tem a ver com o facto de vir da zona do Peru, e que, tendo sido levado até Inglaterra pelos mercadores do Mediterrâneo, nomeadamente turcos, adoptou então o nome inglês “turkey”.

O que parece certo é que, tendo chegado à Península Ibérica há mais de 500 anos, o peru preto encontrou aqui no montado o tal sistema de sábio equilíbrio da Natureza, criado pelos homens há perto de 800 anos em zonas que, como o Alentejo, eram então “bosques impenetráveis”, e sentiu-se como se estivesse novamente em casa. 

Com a chegada de dezembro, os perus pretos criados no montado alentejano estão à venda fazendo as delícias da ceia de Natal, se aprecia qualidade, ou até mesmo se quiser surpreender com um presente original um amigo ou familiar, decida-se por um peru criado nos montados de azinho de Arronches, podendo para tal contatar o proprietário pelo telef. 936563410, contribuindo dessa forma para manter vivas as tradições da  época natalícia no Alentejo.