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terça-feira, 30 de novembro de 2021

Alentejo – Município de Campo Maior esclarece dúvidas nas deslocações a Espanha


Devido às dúvidas que têm surgido na população em geral, relativamente às medidas a aplicar entre 1 de dezembro de 2021 e 9 de janeiro de 2022, nomeadamente nas deslocações a Espanha, o município de Campo Maior informa que:


 - Numa situação normal, quem se desloca ao país vizinho pelos mais variados motivos, para entrar em Portugal poderá estar sujeito à apresentação do certificado digital COVID-UE. O controlo será realizado, de forma aleatória, pela Guarda Nacional Republicana e/ou Serviço de Estrangeiros e Fronteiras.


 - No caso de não possuir o certificado digital COVID-UE, poderá apresentar um teste negativo PCR realizado nas últimas 72 horas, ou um teste negativo antigénio realizado nas últimas 48 horas;


 - Na ausência de certificado digital COVID-UE ou teste negativo, poderá ser notificado pelas autoridades fiscalizadoras portuguesas para realização de teste de despiste a expensas próprias em local a indicar pela Autoridade de Saúde local, devendo o cidadão aguardar nesse local até notificação do resultado.


 - A saída por fronteira terrestre para Espanha não será alvo de restrições por parte das autoridades portuguesas, desconhecendo-se até à presente data se as autoridades espanholas efetuarão controlos e fiscalizações e quais as medidas aplicáveis.


Para informações mais detalhadas sobre estas medidas consulte o Despacho n.º 11820-B/2021, de 29 de novembro de 2021 em:


 https://bit.ly/3loJASe

Fotos/ Emílio Moitas / Arquivo


 

quarta-feira, 7 de fevereiro de 2018

Direção do Centro de Bem Estar Social de Arronches esclarece em nota de imprensa alegados tratos menos corretos com crianças


 Na sequência de alguns rumores e sucessivo envio de e-mails anónimos a diferentes órgãos de informação nacionais, denunciando alegadas acusações de trato menos correto com crianças do Infantário, a direcção do CBES, convocou uma reunião na passada segunda-feira, 5 de fevereiro, com os pais, para saber quais são os pais e, em concreto, qual a situação que detectaram no tratamento com os seus filhos.

Em resultado dessa reunião e ainda da publicação alusiva ao tema surgida na imprensa local, o presidente direcção do CBES, Carlos Rodrigues, em nota de imprensa vem hoje esclarecer os fatos.

“Atenta a publicação online no Notícias de Arronches atinente a alegadas situações de tratos menos corretos com crianças do Infantário do Centro de Bem Estar Social de Arronches, cumpre informar o seguinte:

A Direcção tomou conhecimento no dia 2 de fevereiro de 2018, mediante carta endereçada à Direcção do CBES, pela mãe de uma criança que frequenta a creche, de que outra mãe relatou que o seu filho houvera sido alvo de um tratamento menos correcto por parte de uma técnica superior.

Após conhecimento da situação, a Direção convocou de imediato uma reunião com todos os pais e colaboradores dessa sala, por forma a aferir-se a alegada situação que constava da carta endereçada.

Dessa reunião não resultaram indícios da prática de qualquer tratamento menos correcto com qualquer criança, apurando-se outrossim que a criança nunca deixou de frequentar o infantário, mantendo sempre um comportamento normal para a idade, sem qualquer alteração física e emocional, tendo a alegada situação ocorrido há mais de duas semanas.

A Direção do CBES tem total confiança nos seus colaboradores, enquanto profissionais responsáveis pela preservação da segurança, desenvolvimento e bem-estar das crianças”.
Fotos: Emílio Moitas 

domingo, 11 de novembro de 2012

Cónego Tarcísio esclarece paroquiana na missa não há peditório

O peditório efectuado nas missas foi nos últimos dias tema de alguma celeuma e troca de cartas em Castelo de Vide, entre uma paroquiana e o Cónego Tarcísio Alves responsável pela Paróquia.

Na origem desta situação esteve um pedido que vai contra a tradição em Castelo de vide, com um familiar a solicitar em memória do seu falecido pai, que não houvesse peditório na missa fúnebre, uma vez que esta já tinha um preço a pagar e uma vez que era uma missa de dor que fosse respeitada a sua vontade.

É neste contesto que o Cónego Tarcísio Alves que durante vários anos serviu com dedicação a Paróquia de Arronches, local onde deixou muitos amigos, vem através do Boletim Formativo e Informativo da Comunidade Cristã de Castelo de Vide, datado de 10 de Novembro de 2012, esclarecer que na missa não há peditório mas sim recolha de ofertas voluntárias dos fiéis em favor dos necessitados.