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terça-feira, 21 de junho de 2016

Barragem do Caia – Milhares de Peixes gatos e Barbos apareceram mortos


 Centenas de peixes têm aparecido mortos na barragem do Caia nos últimos dias, uma situação recorrente com o início do calor e que atingem algumas barragens e albufeiras.

O Serviço de Proteção da Natureza e Ambiente, da GNR, realizou algumas diligências junto de entidades competentes e procedeu- à recolha de amostras dos peixes mortos”.

Embora no local o cheiro vindo da barragem ser desagradável e a mesma ser utilizada por alguns banhistas, como pudemos constatar, segundo as autoridades até ao momento “não existem indícios qualquer tipo de risco para as populações e actividades agrícolas abastecidas pela Barragem do Caia.

Os peixes mortos foram encontrados dispersos por toda a com especial incidência na zona do Parque de Campismo de Campo Maior e paredão da barragem.

A área afetada está a ser limpa pelas aves que sobrevoam a zona às centenas e pelos militares do serviço SEPNA, da GNR, e por funcionários da Câmara Municipal de Campo Maior. De entre as espécies mortas há a destacar maioritariamente peixe-gato e barbos.
Texto e fotos: E. Moitas  










sexta-feira, 19 de abril de 2013

Arronches – Milhares de barbos na desova junto ao Porto Manes


A subida de peixes aos milhares vindos da barragem do Caia para a desova na ribeira junto à vila de Arronches com especial incidência na zona do Porto Manes, com barbos e bogas têm nos últimos dias atraído ao local muitos visitantes e pescadores que acabam surpreendidos com tanto peixe a desovar nas límpidas águas do Rio Caia junto ás Piscinas Municipais de Arronches.

O Barbo é uma espécie autóctone da Península Ibérica. Tem preferência pelas mais fundas e rápidas correntes de rio com fundos de pedra ou gravilha. Alimenta-se maioritariamente de invertebrados, como pequenos crustáceos, larvas de insectos e moluscos.


Reprodução:
Na época da reprodução, de finais de Abril a Junho/Julho, os machos exibem umas pontuações brancas à volta do focinho designados de tubérculos nupciais. Realiza a desova no final da Primavera ou já durante o Verão, com uma capacidade de cerca de 8.000 ovos em média, em zonas de fundos pedregosos e arenosos e de águas pouco profundas mas ricas em oxigénio.
Tamanho mínimo de captura: 20 cm.
Período de pesca: 1 de Junho a 14 de Março.

Ficam algumas imagens e um pequeno vídeo registado no dia 19 de abril de 2013