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quinta-feira, 20 de junho de 2024

Alentejo – Suspeitos de roubo e espancamento de homem no Caia constituídos arguidos em Elvas.



Três jovens que recentemente assaltaram um restaurante em Varche no concelho de Elvas, são ainda suspeitos de um roubo com violência no Parque de Camiões na fronteira do Caia durante a madrugada.  


Os factos remontam á madrugada do passado dia 9 de junho, por volta das 3h30, junto às bombas de gasolina da Área de Serviço do Caia, sentido Elvas-Badajoz, quando foi assaltado e espancado um homem de 46 anos.


No assalto foram furtados 200 euros e agredida violentamente a vítima que teve que receber assistência no Hospital de Elvas, e posteriormente transportado para o Hospital de São José, em Lisboa.


As suspeitas recaem sobre três indivíduos, dois homens residentes Elvas e uma mulher de Estremoz, com idades compreendidas entre os 18 e os 20 anos.


Os agora detidos pela GNR, foram constituídos arguidos e os factos comunicados ao Tribunal Judicial de Elvas, aguardando os mesmos em liberdade.

 

quarta-feira, 6 de abril de 2022

Ponte de Sor – Um homem e uma mulher constituídos arguidos por furto de ciclomotores

O Comando Territorial de Portalegre, através do Posto Territorial de Ponte de Sor da GNR, em nota de imprensa informou que no dia 4 de abril, constituiu arguidos um homem e uma mulher de 18 e 26 anos, respetivamente, e recuperou vários artigos furtados, em Ponte de Sor.

 

No seguimento de duas denúncias referentes ao furto de duas bicicletas, os militares da Guarda abordaram uma suspeita que circulava numa bicicleta, vindo-se a apurar que a mesma tinha sido subtraída.  Após diligências de investigação, foi possível identificar os dois autores do furto e recuperar o seguinte material:


Três ciclomotores, dois capacetes, uma bicicleta e uma chave de estrias.

 

Ainda segundo as autoridades foi ainda possível verificar que um dos ciclomotores havia sido furtado no dia 3 de abril em Ponte de Sor, sendo que os outros dois ciclomotores foram subtraídos na zona de Abrantes, no dia seguinte.

 

Os suspeitos foram constituídos arguidos, e os factos foram comunicados ao Tribunal Judicial de Ponte de Sor.

 

 


domingo, 24 de abril de 2016

“Carreguei os cavalos sem identificação e sem guias, mas não os roubei” - Disse à Rádio Campanário Pedro Tinoco um dos arguidos do roubo dos animais em Santa Eulália


Como a Rádio Campanário oportunamente noticiou, foram furtados três cavalos de uma propriedade localizada na freguesia de Santa Eulália (Elvas) na passada terça-feira, dia 19 de abril.

Os animais avaliados em cerca de cinco mil euros cada, foram localizados e resgatados, no dia seguinte numa herdade em Barbacena, pelo Núcleo de Investigação Criminal da Guarda Nacional Republicana de Elvas.

Agora o proprietário da herdade onde se encontravam os cavalos, Pedro Tinoco, vem esclarecer à Rádio Campanário que, apesar de ter transportado os animais sem a respetiva documentação de identificação e sem as guias de transporte, não sabia que eram cavalos furtados.

Pedro Tinoco conta que um amigo havia comprado “dois cavalos no dia anterior a ir lá carregá-los, eu fui lá carregar os cavalos (…) e no caminho o individuo que comprou o (primeiro) cavalo, disse-me que estavam lá mais dois cavalos que ele queria vender (…) na altura a herdade estava à venda e o proprietário da herdade já não queria lá os cavalos dele”.

Questionado sobre onde foi carregar os cavalos, refere que foram carregados “na herdade do verdadeiro dono (…) na Herdade de São Domingos, perto de Santa Eulália”. 

Perguntado para onde se direcionavam os cavalos, afirma que “foi um amigo que os comprou ao dono fantasma, ao dono que nunca existiu (…) os cavalos saíram de lá (da Herdade de São Domingos) em duas vezes, a primeira vez saiu um cavalo e da segunda vez saíram dois cavalos”.

Instado sobre a primeira vez em que foi carregar o primeiro animal, na Herdade de São Domingos, quem é que estava lá para o receber e para carregar os cavalos, expressa que “estava o tal amigo meu, que não vou identificar, só, com o cavalo preparado para o carregar (…) não havia lá mais ninguém (…)”, o cavalo “era do vendedor fantasma, vendedor que não era dono (…) não vou identifica-lo”.

Sobre se tinha sido informado do verdadeiro dono do cavalo e como tinha sido adquirido, Pedro Tinoco diz que no caminho o amigo lhe disse que “havia lá dois cavalos do proprietário que não era dono e se fez passar por dono, e que tem fotografias no facebook dos cavalos, há mais tempo, ele andava na propriedade como se fosse dele (…) uma coisa bem feita”.

Questionado se desconhecia que a herdade não pertencesse ao tal amigo e se não estranhou que não estivesse lá o verdadeiro proprietário, expressa que sabia que não era dele, “mas o proprietário fantasma estava lá, já lá andava, tinha-se ido embora, mas foi lá carrega-lo quando eu o fui buscar para o carregar. Eu carreguei-o com o meu amigo e veio para a minha propriedade”.


Sobre quantas pessoas estavam no local, refere que eram três, “eu, a rapariga que foi comigo e o meu amigo, o proprietário que não era o proprietário, já lá não estava porque quando me disse para carregar o cavalo, foi três horas antes, eu não podia ir porque tive que fazer umas coisas em Elvas (…)”, salientando que nessa altura “o proprietário fantasma já lá não estava”.