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terça-feira, 17 de janeiro de 2017

Marcos Tenório e Grupo de Forcados de Arronches distinguidos na Nazaré


O cavaleiro Marcos Tenório foi distinguido com o prémio “Cavaleiro Triunfador da Temporada Nacional 2016, assim como o Grupo de Forcados Amadores de Arronches, na I Gala de Tauromaquia da Nazaré, que teve lugar no passado dia 14 de janeiro, numa cerimónia que contou com a presença de diversas personalidades e entidades ligadas á Festa Brava e que se destacaram no ano de 2016.

Na sua página pessoal na rede social facebook o cavaleiro elvense refere:

“Recebi o troféu Cavaleiro Triunfador, obrigado a todos que me acompanham durante a época, nas praças, pelo país fora. Este prémio também é vosso!”.
Fotos: E. Moitas e Facebook



segunda-feira, 15 de setembro de 2014

Grupo de Forcados Amadores de Arronches triunfou na Nazaré


O Grupo de Forcados Amadores de Arronches, que no passado fim-de-semana pegou touros na bonita praça de touros do Sítio da Nazaré, teve uma excelente prestação frente aos touros das Ganadarias, Pinto Barreiros e São Torcato.

Pegaram, Fábio Mileu à primeira e Manuel Cardoso à segunda. Ainda nesta corrida pegaram também os Amadores da Moita tiveram uma pega à terceira e outra à primeira. Quanto aos Amadores do Ribatejo consumaram uma pega à primeira e outra à segunda

No ano em que comemoram 15 anos de existência os Amadores de Arronches tem somado êxitos e pisando praças importante como o Montijo, Albufeira, Terrugem, Nazaré, para além da digressão aos Açores, sendo a sua próxima saída ao Cartaxo onde se espera mais uma boa atuação a fechar com chave de ouro a presente temporada.

domingo, 15 de agosto de 2010

A seca do peixe na praia da Nazaré

Deixamos o Alentejo e desta vez, fomos dar uma volta por alguns pontos de interesse Turístico do Concelho da Nazaré.

Neste roteiro que fizemos, deparamos com paisagens deslumbrantes, um extenso areal com a água do mar bem fresquinha e algumas tradições nazarenas como é a venda de peixe seco na praia.

Foi em frente ao Centro Cultural da Nazaré (onde funcionou a Lota entre 1961 e 1986), que se encontra actualmente o Estindarte (estendal) de secagem que ao fim da tarde fomos encontrar Manuela Falache, 79 anos, rodeada de clientes africanas. Vestida de negro por motivo de desgosto recente, a peixeira Manuela seca e vende directamente esta especialidade gastronómica que dificilmente se consegue encontrar em outros locais.

Aconselhados vendedora e pela sabedoria gastronómica das africanas lá compramos este tipo de peixe que pode ser comido cru (desfiado) grelhado ou ainda cozido, acompanhado de batata cozida (com pele) e regado com azeite e vinagre ou sumo de limão e alho picado.

As espécies mais utilizadas eram, e são, o carapau (de vários tamanhos), os batuques, a sardinha, a petinga e o cação (leitão = cação pequeno), devido à sua abundância, mas também o polvo.

Na Nazaré distinguem-se duas formas de secagem: o peixe seco e o peixe enjoado, com características de preparação e consumo diferentes.

O peixe é primeiro amanhado (processo de tirar as tripas), depois é lavado e passado por uma salmoura feita com água e sal grosso (outrora era utilizada água do mar). Por fim é aberto ou escalado, estendido nos paneiros e posto ao sol. A secagem demora entre 2 a 3 dias, dependendo das condições atmosféricas e da temperatura do ar.