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terça-feira, 7 de abril de 2026

Alentejo - Arronches assinala "Laço Azul" na prevenção dos maus-tratos na Infância




A campanha “Laço Azul”, dedicada à prevenção dos maus-tratos na infância, está a ser assinalada em Arronches desde o dia 1 de abril na Praça da República, com a iluminação da Câmara Municipal  e da Igreja de Nossa Senhora da Assunção.


A iniciativa marcou o arranque de um conjunto de ações de sensibilização que decorrem ao longo de todo o mês, período assinalado como o mês da prevenção dos maus-tratos infantis".


Clip/Vídeo (Ver no Facebook) / Fotos / Emílio Moitas

quinta-feira, 25 de janeiro de 2024

Alentejo - João Moura condenado a quatro anos de pena suspensa por 18 crimes de maus-tratos a animais


O cavaleiro João Moura foi esta quarta-feira condenado a uma pena de quatro anos e oito meses de prisão, com execução suspensa, por maus-tratos a animais de companhia. Recorde-se que estava acusado pelo Ministério Público de 18 crimes neste âmbito.


O Tribunal de Portalegre decidiu ainda que João Moura não pode possuir animais de companhia por um período de cinco anos e proibiu-o de frequentar feiras e corridas de cães por um período de três anos. A sentença decreta que, até ao final do período de suspensão da pena -- os quatro anos e oito meses, o toureiro deve doar 3.000 euros a três associações que receberam, na altura dos factos, os seus cães, devendo ainda o cavaleiro frequentar um programa de reinserção a determinar pela Direção-Geral de Reinserção e Serviços Prisionais.

 

Segundo o despacho de acusação do MP, alguns dos cães tinham "magreza acentuada" ou "estado caquético", enquanto outros apresentavam lesões ou escoriações e infeções provocadas por parasitas ou mesmo doenças.

 

O advogado da SOS Animal, Garcia Pereira, diz que a condenação do cavaleiro deixa uma satisfação amarga. Recorde-se que João Moura estava acusado pelo Ministério Público de 18 crimes de maus-tratos a animais de companhia.


João Moura foi detido pelas autoridades há quase quatro anos, em fevereiro de 2020. Na altura foram apreendidos 18 cães, alguns dos quais tinham "magreza acentuada" ou "estado caquético" e outros lesões, escoriações e infeções, segundo o Ministério Público.


 

quarta-feira, 5 de janeiro de 2022

lentejo - João Moura acusado de 18 crimes de maus-tratos a animais


O cavaleiro tauromáquico João Moura foi esta quarta feira dia 5 de janeiro, acusado pelo Ministério Público (MP) de Portalegre, que requereu o julgamento do cavaleiro João Moura por 18 crimes de maus-tratos a animais de companhia, ocorridos entre 2019 e 2020.

 

A polémica remonta a fevereiro de 2020, quando foram descobertos vários galgos subnutridos na propriedade do cavaleiro, no concelho de Monforte.

 

O Serviço de Proteção da Natureza e do Ambiente (SEPNA) da GNR começou a investigar o caso após uma denúncia anónima. Na propriedade do cavaleiro tauromáquico em Monforte encontraram 18 cães em estado crítico e um deles chegou mesmo a morrer.

 

Na altura, a associação SOS Animal disse que João Moura está “identificado como o maior criador de galgos do país, é um dos principais promotores de corridas de cães em Portugal”, sendo que, neste processo judicial, tinha sido constituído arguido por crimes de maus-tratos a cães dessa raça que cria, vende e usa em corridas.

 

João Moura acabou por ser detido por suspeita do crime de maus-tratos a animais de companhia. Tinha sido interrogado, mas saiu em liberdade com Termo de Identidade e Residência.

 

O conhecido cavaleiro poderá vir a ser condenado a uma pena de prisão de dois anos e quatro meses.

 

No ano passado, João Moura foi homenageado no Campo Pequeno, em Lisboa, o que levou milhares de pessoas às ruas para protestarem.

Fonte/Foto/SIC/notícias 

 

sexta-feira, 1 de outubro de 2021

Alentejo – Denuncia do IRA leva GNR a investigar maus-tratos a cerca de cem cães e gatos em Elvas


Depois de nos últimos dias terem surgido nas redes sociais diversas notícias de alegados maus tratos a animais em diferentes concelhos do distrito de Portalegre, esta sexta feira, dia 1 de outubro, levou à intervenção dos ativistas do “IRA Intervenção e Resgate Animal”, e vários elementos da Guarda Nacional Republicana (GNR), a efetuar algumas diligências numa quinta, junto a um viaduto da autoestrada A6, nas proximidades do Bairro das Sochinhas, em Elvas.

Segundo nota de imprensa do IRA, mais de 100 animais (cães e gatos) eram sujeitos a maus-tratos numa quinta, em Elvas.

No local o IRA tinha constatado a presença de inúmeros animais, fora da habitação, em canis com poucas condições.

No interior da habitação verificaram a presença de inúmeros cães de raça pequena utilizados para criação ilegal, repletos de dejetos e urina, alguns fechados em transportadoras e jaulas às escuras.

No local, diversos militares da GNR e ICNF, veterinária municipal de Elvas desenvolvem uma mega-acção de fiscalização e resgate animal.

Fonte ligada à fiscalização que solicitou anonimato, adiantou outras intervenções como a que está a decorrer em Elvas, possam vir a acontecer no distrito de Portalegre.
O IRA - Intervenção e Resgate Animal, é uma organização sem fins lucrativos, para a deteção, planeamento e resgate de animais em risco de vida devido a crimes de maus-tratos.

Fotos/ IRA


 

sábado, 15 de outubro de 2016

Degolados – Por suspeita de maus-tratos a animais homem é identificado


Um crime de alegados maus-tratos animais ocorrido na freguesia de Degolados, no concelho de Campo Maior, foi agora denunciado ao (SEPNA), da GNR.

Após a intervenção das autoridades e segundo a GNR, o cão apresenta sinais evidentes  de estar bastante debilitado, estando o caso agora a ser analisado, “Poderá eventualmente ser uma situação de maus-tratos, mas em termos formais não configurar, depende da situação em que o animal acabou por ficar doente”, referiu à Rádio campo Maior o tenente-coronel Belchior, da GNR de Portalegre.

O animal em causa é um cão de caça, de raça Galgo, que estará com sarna e poderá ser alvo de maus-tratos por parte dos donos.

De referi que é bastante frequente encontra-se cães de raça Galgo, a deambular nas bermas da estrada de Campo Maior para Arronches, principalmente entre Campo Maior e Degolados.

Depois de recolhido pelo SEPNA, da GNR, o animal foi entregue à custódia duma Associação de Acolhimento de Animais Abandonados.
Foto: Emílio Moitas /Blasgalgo/ilustrativa