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segunda-feira, 26 de setembro de 2016

Assim vai este país... Oficial da GNR de Portalegre era pago com sexo, vinho, azeite, perfumes, almoços e jantares

O tenente-coronel da GNR de Portalegre, Jorge Ferrão, detido, em Janeiro deste ano, trocava informações com empresários sobre a localização das brigadas de fiscalização de transporte de mercadorias por sexo, vinho, azeite, perfumes, almoços e jantares.

De acordo com o Correio da Manhã, que cita o Ministério Público, a operação que culminou com a detenção de 18 pessoas por vários crimes económicos foi desencadeada a 19 de Janeiro, e levou à prisão preventiva de seis pessoas, entre as quais quatro militares da GNR.

O tenente-coronel, conhecido como “o padrinho”, era o cabecilha do esquema que foi detectado e investigado pela própria GNR, e responde por 19 crimes de corrupção.

O Correio da Manhã acrescenta que o esquema, montado pelo tenente-coronel e pelo cabo Joaquim Santos, do Posto Fiscal de Elvas, funcionou durante todo o ano de 2015: a troco de informações relacionadas com a localização das brigadas de fiscalização de transporte de mercadorias, obtinham vantagens económicas.

Segundo a acusação, na casa de Jorge Ferrão foram apreendidas 70 garrafas de vinho, mais de uma dezena de garrafões de azeite e 15 embalagens seladas de perfumes. O “padrinho” terá sido o único dos acusados a ser pago com sexo, em estabelecimentos de diversão nocturna.

sexta-feira, 13 de maio de 2016

Alentejo -Chineses "apanhados" no Caia com mais de 50 quilos de canábis


Os dois homens de nacionalidade chinesa, de 32 e 37 anos de idade, "apanhados" com mais de 50 quilos de canábis, foram acusados pelo Ministério Público da instância local de Elvas da prática do crime de tráfico de estupefacientes agravado.

De acordo com a acusação os dois arguidos deslocaram-se a Espanha em novembro de 2015, aí adquirindo produto estupefaciente para venda em Portugal.

No decorrer de uma ação de fiscalização na estrada Caia-Elvas, foi encontrado na viatura automóvel em que se faziam transportar 40 embalagens com mais de 50 quilos de canábis, produto este que daria para 149.537 doses individuais.

Os arguidos aguardam julgamento em prisão preventiva.

sexta-feira, 11 de outubro de 2013

Detido por difamar PR em Elvas escreve a Cavaco Silva para desistir da queixa

O homem detido em Elvas, na véspera do 10 de Junho, por injúrias ao Presidente da República, enviou uma carta a Cavaco Silva a solicitar que desista da queixa, alegando que se sente "injustiçado".

"O teor da carta visa explicar ao Presidente da República que eu não tenho intenção nenhuma de o ofender ou denegrir a sua imagem, uma vez que eu estava em família, sem a noção de que me ia envolver nesta situação caricata", justificou hoje Carlos Costal, em declarações à agência Lusa.

Carlos Costal, de 25 anos, residente em Campo Maior foi detido pela PSP no dia 09 de Junho por injúrias ao Presidente da República, quando o Chefe de Estado visitava os militares instalados na Mata do Emigrante, na zona do aqueduto da cidade de Elvas, para participarem nas cerimónias oficiais do 10 de Junho.

Na altura da sua detenção, à saída do tribunal Carlos Costal disse à imprensa que tencionava recorrer da condenação por difamação, dizendo que exerceu «o direito que assiste a qualquer cidadão, de liberdade de expressão».

Referindo ainda «Não queria ofender ninguém, agi por impulso», queixando-se ainda da «vergonha» que foi ser levado para a esquadra em frente da mulher e dos filhos.

Depois de detido, Carlos Costal foi condenado, em processo sumário, a 200 dias de multa, à taxa de 6,50 euros por dia, depois de o Tribunal de Elvas ter dado como provado que o arguido cometeu um crime de difamação, mas, depois, a PGR explicou que este tipo de crime não poderia ser julgado daquela forma processual (processo sumário).

No dia 14 de Junho, o Ministério Público requereu a "nulidade insanável" do julgamento em processo sumário que decorreu no Tribunal de Elvas, dois dias antes, e que conduziu à condenação de Carlos Costal pelo crime de "Ofensa à Honra do Presidente da República".

Em comunicado, na altura, a Procuradoria-Geral da República (PGR) explicou que o Ministério Público requereu a declaração de "nulidade insanável", alegando "não ser admissível, no caso deste crime, o uso daquela forma, nos termos do artigo 381.º, n.º 2, do Código Processo Penal".

De acordo com Carlos Costal, o inquérito instaurado pelo Ministério Público foi aberto no dia 30 de Setembro e já foram ouvidas, além dele, as testemunhas de defesa e acusação.
"O meu processo avança de uma forma galopante e isso assusta-me", afirmou.

Motivo que o levou a reconsiderar a sua atitude na altura e decidir escrever uma carta a Cavaco Silva a solicitar-lhe que desista da queixa.
Fonte: Sol / Lusa 

sábado, 17 de agosto de 2013

Alentejo - Ministério Público investiga morte de jovem esmagado por busto


O Departamento de Investigação e Ação Penal de Évora abriu inquérito para investigar as causas da morte do jovem de 22 anos, natural desta cidade, esmagado pelo busto do arquiteto Busto Jose Cinatt, no Jardim Publico.

A ocorrência aconteceu durante a madrugada do dia 10 de agosto, depois do jovem, acompanhado por dois amigos, ter ultrapassado a vedação do Jardim Público da cidade eborense, onde se terá pendurado no busto do pintor.

Segundo referiram os amigos, a vitima ter-se-á agarrado ao busto do pintor, sendo que nesse instante o busto de bronze se desprendeu da base esmagando o tórax da vitima.

O inquérito pretende investigar as causas da morte e apurar a eventual existência de ilícito criminal.

À comunicação social, o executivo camarário expressou o “profundo pesar pelo sucedido”, recusando-se a comentar esta ocorrência que ocorreu no período de encerramento do Jardim Público.
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