Mostrar mensagens com a etiqueta Cidadão. Mostrar todas as mensagens
Mostrar mensagens com a etiqueta Cidadão. Mostrar todas as mensagens

quinta-feira, 25 de outubro de 2018

Apreendidos 440.000 € transportados para Portugal por cidadão chinês


Agentes da Guardia Civil de Moraleja em Cáceres, depois investigação em diversos pontos da fronteira com Portugal contra o trânsito ilegal de divisas entre Espanha e Portugal, localizaram um veículo conduzido por um cidadão de nacionalidade chinesa, que transportava ocultos 440.000 €.

Em nota de imprensa esta força policial dá conta que a operação foi desencadeada no passado mês de setembro, com dinheiro apreendido e ser entregue à “Hacienda Pública Española”.
Fotos: Guardia Civil / E. Moitas


sábado, 11 de agosto de 2018

Cidadão português detido por circular em contra mão na A-5 entre Mérida e Talavera


Um cidadão de nacionalidade portuguesa, que alegou na sua defesa que se enganou ao entrar na autovía, foi detido na passada madrugada, pelas autoridades espanholas, depois de ter causado o pânico entre os condutores que circulavam no sentido Mérida, ao encontrarem de frente um veículo na A-5 entre Mérida e Talavera na dereção Badajoz.

O homem de 62 anos de idade, entrou cerca da 1h15, hora espanhola, na auto-estrada perto de Mérida ao quilómetro 348, no sentido Badajoz, sendo interceptado pela Guardia Civil ao quilómetro 386, em Talavera la Real cerca 1h40 da madrugada, neste trajeto não provocou qualquer acidente.

O cidadão português foi detido e acusado de condução temerária.

Fotos/ Emílio Moitas 

sexta-feira, 19 de janeiro de 2018

Que um militar do Destacamento de Trânsito de Portalegre da GNR mande identificar um cidadão num local onde todos o conheciam poderá no mínimo ser "falta de bom senso"

Que te proíbam de fazer o teu trabalho, ameacem, mandem identificar isto num local onde todos te conhecem de “ toda la vida”, e que depois exerçam pressão psicológica e não encontras logo os documentos que até estavam todos no porta-luvas da viatura estacionada fora da faixa de rodagem a mais de 500 metros do local, onde os Bombeiros de Arronches, desenvolviam a sua actividade e se é tratado quase como criminoso e pressionado a assinar um documento, por alegarem andavas indocumentado, o que se verificou não corresponder á verdade, dado que finalizada a pressão exercida documentos apareceram viatura, até poderá ser normal em Portugal.

Resumindo, na posse dos citados documentos e dado que as autoridades (GNR), ainda estavam presentes no local, os mesmos foram apresentados ao militar que parecia ser o chefe, pese a nunca se tenha identificado mas mandou identificar por uma patrulha de Campo Maior, que se recusou a verificar os documentos, alegando “já esta já está”, dizendo ainda, “recuso-me mais a falar mais consigo”, virando a costas, numa atitude que julgo menos adequada a uma instituição militar como o é a GNR. 

Perante esta atitude de recusa, os documentos foram apresentados no Posto da GNR em Arronches, momentos depois, embora via telefone tenha sido dado conhecimento do sucedido ao Destacamento de Trânsito de Portalegre da GNR, que se limitou a dizer que desconheciam o caso.

Igual procedimento via telefone foi efectuado com o Posto da GNR de Campo Maior, por diversas vezes nunca sendo possível falar com ninguém responsável.

Perante o a traz exposto, e depois de se verificar no local que o que alegaram para acusar, embora não se tenha circulado pela faixa de rodagem, estar sempre a dezenas de metros ou não ter interferido no trabalho dos bombeiros ou outros profissionais, constatou-se que antes se proibiu, o mesmo acabaria por ser permitido a outros profissionais que ali se deslocaram a fazer o seu trabalho... Perante este tipo de atitudes está tudo dito em Portugal nem todos somos tratados de igual modo perante a lei.

Que fique claro que aqui ninguém pretende estar acima da lei ou merecer tratamentos de excepção, apenas se lamenta a forma como se é tratado ou humilhado quer seja palavras agressivas um virar de costas ou uma coima de 30 euros, quando não se cometeu nenhum crime e provou-se no local instantes depois que havia documentos, incluída a identificação do órgão de comunicação social, embora essa tenha sido sempre ignorada. 

Embora possa sobrar o sentimento de injustiça, não se consideram mal empregues os 30 euros, se os mesmos forem aplicados pelo Ministério da Administração Interna, na formação dos novos guardas da GNR, ou na manutenção de viaturas de muitos postos rurais.   
Emílio Moitas /ArronchesemNotícias

  ***********************************
PS: Ainda sobre o que parece seu uso e o abuso na identificação de cidadãos em Portugal:

A inspetora-geral da Administração Interna enviou uma recomendação à PSP, à GNR e ao Serviço de Estrangeiros e Fronteiras (SEF) a lembrar que as forças policiais não podem identificar pessoas, e sobretudo menores, só por estarem em local considerado sensível se não houver suspeitas fundadas de crime. Mais: só devem conduzir um cidadão a um posto policial para identificação em último recurso.

Nesta recomendação, emitida após receber denúncias de situações em que os direitos de cidadãos foram postos em causa, Margarida Blasco, a juíza desembargadora que dirige a Inspeção-Geral da Administração do Território (IGAI), aponta que, segundo a lei, ninguém deve ser detido para identificação e que se for necessária a ida à esquadra tal deve ocorrer no mais curto espaço de tempo - a lei prevê seis horas no máximo, e no caso dos menores o limite é de três horas.

Questionada pelo DN sobre a razão para esta recomendação, a IGAI respondeu, por escrito, que "foi motivada pela relevância dos direitos referidos e pela necessidade que se sentiu de uniformizar práticas, motivação formada na sequência de informações várias oriundas quer das forças quer de particulares".
14 DE JANEIRO DE 2018





quarta-feira, 9 de abril de 2014

Cidadão espanhol portador de alzheimer que se encontrava desaparecido foi encontrado em Portugal


Um cidadão de nacionalidade espanhola e residente na localidade fronteiriça do Marco, que se encontrava desaparecido há cerca de dois dias, foi encontrado esta tarde de quarta-feira dia 09 de abril, em território português, pelos Bombeiros Voluntários de Arronches, a mais de 10 km do local de residência perdido na serra.

As buscas que envolveram diversos meios da Guardia Civil Espanhola, Guarda Nacional Republicana, SEPNA Serviço da Protecção da Natureza e do Ambiente e Bombeiros Voluntários de Arronches, e alguns particulares, acabariam por dar resultado na zona dos Algarves, na freguesia de Esperança, com a localização do doente de alzheimer, senhor Matias com cerca de 70 anos, já reincidente neste tipo de desaparecimentos pelas serras desta zona raiana dos municípios de La Codosera e Arronches.

Segundo fonte dos Bombeiros Voluntários de Arronches e confirmada pelas autoridades espanholas, o idoso não apresentava ferimentos, sendo notório que se encontrava desorientado com fome e frio. Socorrido pelos Bombeiros, foi posteriormente entregue às autoridades espanholas que se encontravam na zona nas operações de busca.