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quarta-feira, 22 de novembro de 2017

Alentejo - Trabalhadores explorados na apanha da azeitona

A Autoridade para as Condições do Trabalho (ACT) detetou 97 trabalhadores não declarados, isto numa única herdade do Alentejo, não divulgada pelas autoridades.

O caso foi detetado, na semana passada, durante uma ação inspetiva conjunta da ACT com a GNR, o SEF e a delegada de Saúde.

A ação da ACT, que se realizou numa altura em que está a decorrer a apanha da azeitona, teve o objetivo de combater o trabalho não declarado no setor agrícola.

No decorrer da visita, os inspetores do trabalho analisaram a situação de 154 trabalhadores, dos quais 97 se encontravam não declarados.

As várias empresas envolvidas na ilegalidade laboral foram notificadas para proceder à respetiva regularização da situação.
Fonte: DianaFM / Fotos: Emílio Moitas / Global News 



terça-feira, 1 de novembro de 2016

Alentejo - Trabalhadores das cantinas dos hospitais de Elvas e Portalegre em greve


Os trabalhadores ao serviço da Eurest, empresa que assegura o funcionamento dos refeitórios e bares dos Hospitais de Elvas e Portalegre, estiveram hoje dia 1 de novembro,  Dia Santos em greve.

No total, foram cerca de 60 trabalhadores a cumprir esta paralisação pelo “pagamento a 200 por cento em dia feriado”, entre outras revindicações, dado que como referiram “Há ainda falta de pessoal na cantina, os ritmos de trabalho são muito intensos e põem em causa, de forma grave, a saúde e segurança dos trabalhadores”.

A maioria dos trabalhadores destas cantinas tem vínculo precário e são contratados através de empresas de trabalho temporário.


Esta luta foi decidida pelo Plenário Geral dos Trabalhadores da USNA/CGTP-IN.

quarta-feira, 4 de fevereiro de 2015

Nisa – Trabalhadores da Granitos de Maceira em Alpalhão em greve reclamam salários e anos de subsídios em atraso


Os trabalhadores da empresa Granitos de Maceira em Alpalhão iniciam às 8h00 de hoje, 4 de fevereiro, uma greve exigindo o pagamento de três meses de salário e de quinze subsídios de férias e de Natal que há oito anos não lhes são pagos.

Em declarações à Rádio Portalegre, o coordenador da União de Sindicatos do Norte Alentejano (USNA) Diogo Júlio, adiantou que os 33 trabalhadores “perderam a paciência” e estão concentrados junto à porta da empresa.

Os trabalhadores afiançam que se a empresa não garantir o pagamento de pelo menos os 3 meses de salários que têm em atraso, vão bloquear a saída de camiões com encomendas para o Japão.

Solidária com os trabalhadores a União dos Sindicatos do Norte Alentejano juntou-se ao Piquete de greve à porta da empresa.

terça-feira, 3 de fevereiro de 2015

Trabalhadores ou escravos dos call-centers em greve



Os trabalhadores de call centers da PT estão em greve nesta terça-feira. Com o lema “Vamos parar os call centers da PT de Norte a Sul”, o Sindicato Nacional dos Trabalhadores das Telecomunicações e Audiovisual (SINTTAV) agendou concentrações para Beja, Santo Tirso, Porto, Évora, Castelo Branco, Coimbra e Lisboa.

O sindicato diz que a acção visa ainda exigir salários dignos, o diálogo social, o pagamento de trabalho suplementar e a harmonização salarial.

“Em causa estão os trabalhadores de call-center [centros de atendimento telefónico], backoffice, apoio técnico, vendas, apoio administrativo, entre outros.

Segundo um dirigente sindical, esta é apenas a primeira acção de muitas outras que o SINTTAV pondera fazer também com as restantes operadoras de telecomunicações como a NOS, Vodafone e Cabovisão, já que aí também se colocam questões semelhantes.

sexta-feira, 14 de março de 2014

Trabalhadores da função pública de todo o país protestaram em frente à Assembleia da República

Centenas de pessoas provenientes de todo o país iniciaram esta sexta feira dia 14 de março, pelas 15h30 horas, no Príncipe Real, em Lisboa, um desfile em protesto promovido pela Frente Comum dos Sindicatos da Administração Pública, contra a austeridade e para exigir a demissão do Governo.

À medida que os manifestantes se iam concentrando junto à escadaria do edifício, algumas dezenas de manifestantes que participavam no protesto promovido pela Frente Comum tentaram subir a escadaria da Assembleia da República, mas foram travados por dezenas de elementos das forças policiais. Os manifestantes gritaram como palavra de ordem "O povo unido jamais será vencido" ou  "Vocês deviam era proteger o povo e não esses ladrões!".

Dezenas de elementos da polícia de intervenção foram mobilizados para o cimo da escadaria e, após a tentativa de subida da escadaria, os ânimos acalmaram.

Os manifestantes exigem ao Executivo a reposição dos cortes nos salários e nas pensões, bem como a reposição das 35 horas de trabalho semanal e a reivindicação da aplicação dos Acordos Coletivos de Entidade Empregadora Pública (ACEEP), assinados entre os sindicatos e as autarquias e que aguardam a promulgação do Ministério das Finanças para que possam ser aplicados, permitindo a manutenção das 35 horas, contra as 40 horas semanais em vigor na Administração Pública.

Arménio Carlos, Jerónimo de Sousa, Mário Nogueira e Ana Avoila participaram na manifestação que terminou cerca das 18h00 frente à Assembleia da República.











quinta-feira, 6 de fevereiro de 2014

Arronches – Trabalhadores municipais de espaços verdes recebem formação na área


Desde o passado dia 3 e até à próxima sexta-feira (7 de fevereiro), cinco trabalhadores da Câmara Municipal de Arronches, afetos aos espaços verdes recebem formação em poda de árvores ornamentais. A iniciativa é promovida pela Associação para o Desenvolvimento em Espaço Rural do Norte Alentejo (Ader-al) e ministrada pela empresa de Gondomar “Planeta das Árvores”, tendo como principal objectivo o aumento de competências e formação específica do pessoal afeto aos Parques e Jardins da ária do município.

Esta formação é essencialmente prática, uma vez que os trabalhadores / formandos recebem os ensinamentos dos especialistas em contexto de trabalho, ensaiando eles próprios as ações de podarem distintas árvores.

Fundada em finais de 1999, a empresa PLANETA DAS ÁRVORES está fortemente vocacionada para a manutenção de árvores ornamentais, possuindo uma equipa de mais de uma dezena de podadores e cirurgiões de árvores, alguns com formação no estrangeiro.

Nos cinco anos da sua existência prestou serviços de poda, desmontagem e transplantação de árvores ornamentais a mais de cinquenta municípios portugueses e entidades públicas e privadas as mais diversas (ICERR, universidades, jardins botânicos) para além de inúmeros trabalhos em propriedades privadas, num total de mais de 30.000 árvores tratadas.

A criação e manutenção de jardins e espaços verdes bem como as actividades de formação e educação ambiental representam, também, uma aposta crescente da empresa.
Fotos: E.Moitas / João Vinagre 





quarta-feira, 19 de setembro de 2012

Arronches – Greve da Rodoviária do Alentejo deixa estudantes em terra

Os trabalhadores da Rodoviária do Alentejo e da empresa de transportes públicos de Évora, TREVO, estão hoje em greve até ás 3 horas da manhã da próxima quinta-feira, 20 de Setembro.

A paralisação visa contestar os “baixos salários” e “atropelos graves ao Acordo de Empresa”, conforme referiu à imprensa o coordenador da delegação de Setúbal do Sindicato dos Trabalhadores de Transportes Rodoviários e Urbanos de Portugal.

João Saúde explicou que a greve “tem também a ver com o novo Código do Trabalho”, já que “os trabalhadores, para além de usufruírem de um salário miserável, que anda à volta de 620 euros, são confrontados com esta avalanche que lhes vem reduzir, substancialmente, os seus salários”.

Segundo o dirigente sindical, a luta dos trabalhadores visa ainda “reivindicar melhores transportes públicos e o direito à mobilidade a preços socialmente justos”.

A Rodoviária do Alentejo, da qual faz parte a empresa de transportes públicos de Évora (TREVO), tem cerca de 200 trabalhadores, segundo o sindicalista.

Em Arronches os efeitos da greve fizeram-se sentir logo ao início da manhã com os estudantes que diariamente utilizam os serviços da Rodoviária do Alentejo a ficarem em terra.

Para muitos a solução foi mesmo faltar ás aulas e outros tentaram arranjar boleia em carros de amigos e conhecidos que trabalham na cidade de Portalegre.

Entre as razões que estão na base desta luta dos trabalhadores da Rodoviária estão: "a redução substancial dos salários. Contra a realização de trabalho extraordinário não pago; Passagem imediata dos contratados a prazo a efectivos; melhores transportes ao serviço das populações", entre outros.