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terça-feira, 16 de novembro de 2010

Alentejo – Fronteira do Marco no concelho de Arronches com controlo documental durante a cimeira da NATO

Com a suspensão do acordo de Shengen O durante os próximos cinco dias o controlo das fronteiras foi reposto desde a meia-noite desta terça-feira 00h00 dia 16, em consequência das exigências de segurança que rodeiam a Cimeira da NATO, a decorrer em Lisboa de sexta-feira a sábado

Até ao próximo dia 20 quem tenciona entrar em Portugal ou sair para Espanha tem de mostrar identificação, o bilhete de identidade ou o passaporte.
O controlo é essencialmente documental e todos os condutores que entram no nosso país são mandados parar, sem excepção.

No distrito de Portalegre, por exemplo, as fronteiras de Galegos, em Marvão, e Caia, em Elvas, serão sujeitas a apertadas medidas de fiscalização e controlo.

Nas restantes fronteiras, onde não existem forças policiais como por exemplo no Marco no concelho de Arronches o controlo é feito pela GNR ou estarão encerradas durante este período.

Na fronteira do Marco (Esperança) até à hora de Almoço foram controlados cerca meia centena de cidadãos, não tendo sido registada qualquer situação anómala, com os condutores interpelados pela GNR a revelaram-se compreensivos para com os objectivos da fiscalização.

Na fronteira do Caia nas primeiras sete horas da operação de controlo foram controlados 364 cidadãos, efectuadas quatro recusas de entrada no país e duas detenções por posse de arma branca e panfletos anarquistas que continham mensagens contra a polícia e incitavam à violência.

Os dois detidos foram presentes ao Tribunal de Elvas, e postos em liberdades depois de aplicadas medidas de coação, revelou uma fonte do SEF.































sexta-feira, 2 de abril de 2010

Fonte Nova - Destaques da última edição

Na sua edição nº 1738 de 3 de Abril de 2010 o jornal Fonte Nova de Portalegre destaca a partida para o Afeganistão do nosso conterrâneo João Vitorino, integrado num grupo de 70 militares portugueses, que integram o comando da NATO da Força de Reacção Rápida [Quick Reaction Force].

Ficando instalados em Camp Warehouse, a poucos quilómetros da capital do Afeganistão, Cabul, durante 6 meses.

segunda-feira, 29 de março de 2010

Arronchense integra missão militar que hoje partiu para o Afeganistão

O nosso conterrâneo João Pedro Vitorino partiu hoje para o Afeganistão com mais 69 militares portugueses a bordo de um avião C-130 .

Portugal passa assim a ter na missão da Nato do Afeganistão uma Força de Reacção Rápida; duas equipas de formação do Exército afegão e uma equipa médica. No total, estão destacados no Afeganistão 250 militares.

O último grupo de 70 militares portugueses, que integra o comando da NATO da Força de Reacção Rápida [Quick Reaction Force], partiu esta manhã para o Afeganistão a bordo de um avião C-130 da Força Aérea Portuguesa.
Os militares embarcaram cerca das 10:00 da manhã no Aeródromo de Trânsito n.º 1 de Figo Maduro, no Aeroporto de Lisboa.

Estes militares vão completar a Força Nacional Destacada (FND) no Afeganistão, no total de 162 homens, e têm como objectivo a "manutenção da segurança à capital afegã", Cabul, de acordo com o porta-voz do Estado Maior General das Forças Armadas (EMGFA), Ramos de Oliveira.

Os militares nacionais destacados são uma "unidade de combate com capacidade para missões de patrulha de segurança, apoiar eventos governamentais, vigilância e reconhecimento de áreas urbanas", referiu.

O efectivo da força portuguesa, comandado pelo tenente-coronel Ulisses Alves, fica às ordens do Comando Regional da Capital sendo constituído 162 militares, dos quais 150 pertencem ao exército e 12 à Força Aérea Portuguesa.

O contingente militar português vai assumir no Afeganistão a função de "Força de Reacção Rápida" (QRF - Quick Reaction Force), à semelhança do que o Exército nacional assegurou, naquele mesmo teatro, entre 2006 e o verão de 2008.

Os militares portugueses, na sua maioria tropas Comandos, vão ficar instalados em Camp Warehouse, a poucos quilómetros da capital do Afeganistão, Cabul, na mesma base que acolheu a QRF portuguesa até Agosto de 2008.

O "teatro de operações no Afeganistão não é novidade", as tropas ficam à ordem do Comando da região de Cabul, actualmente sob o comando turco, como "uma força de reserva e de reacção rápida", explicou Jorge Graça.

Os Comandos vão "projectar uma companhia de manobra" para território Afegão, com um módulo de apoio e de serviços, em que se integra uma "equipa de controlo aéreo avançado", com o respectivo apoio de combate, no total de 162 homens, concluiu o comandante das tropas Comandos.

“Penso que a maior dificuldade vai ser identificar a ameaça, pois é um cenário desconhecido para muitos de nós, mas estamos mais que preparados e confiantes. Existem receios, mas é para isso que treinamos todos os dias”, disse o capitão Jorge Pereira. O contingente português deverá ser rendido dentro de seis meses.
Fonte: Estado Maior General das Forças Armadas (EMGFA)