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sexta-feira, 25 de outubro de 2013

Arronches – Maria faz a alegria de Vera e Paulo e foi destaque no Correio da Manhã


A desertificação populacional (também denominada por êxodo rural), designa o fenómeno de abandono dos habitantes das áreas rurais para centros urbanos, é uma tendência que afecta a maior parte dos concelhos do Alentejo, Arronches incluída.
  
Esta fuga dos espaços rurais para os espaços urbanos afecta ambos os lados, não só no caso da desertificação das aldeias e vilas mas também no congestionamento das cidades, que acaba por diminuir a qualidade de vida, pela falta de estruturas suficientes.

Depois de ter batido no fundo ao ser o concelho do país com a mais baixa taxa de natalidade no ano de 2011, com um registo de apenas onze nascimentos no ano, Arronches em 2012 foi dos concelhos do país onde a taxa de natalidade mais subiu com mais de 60 por cento de nascimentos em relação ao ano anterior.

Alertando para esta situação pelo segundo ano consecutivo o jornal Correio da Manhã está a acarinhar todos os nascimentos nos 40 Concelhos em que a quebra de natalidade já não passa dos dois bebés, ou seja 24 por ano.

Foi o caso da bebé arronchense Maria Miranda Arguelles, nascida na maternidade do Hospital Dr. José Maria Grande, Portalegre, no passado dia 10 de outubro de 2013, que fez a alegria do Paulo e da Vera com o nascimento do seu primeiro filho, sendo destaque nas páginas do jornal.

Em Arronches este ano já nasceram oito bebés, ficam os nossos Parabéns aos jovens papás e já agora que a Maria seja calminha e cheia de saúde e deixe os papás dormir…

quinta-feira, 5 de janeiro de 2012

ULSNA – Informa em comunicado sobre “Partos em Badajoz”

A propósito da noticia avançada pelo Diário “Hoy”, publicada na sua página online, no passado dia 30 de Dezembro, que Portugal deve 2,3 milhões de euros ao Serviço Extremeño de Saúde. Este valor tem a ver com o acordo assinado em 2006 em que as mulheres da Região poderiam ter os seus filhos no Hospital Materno de Badajoz, após o encerramento da Maternidade de Elvas, “Mariana Martins”.

Segundo o periódico, na conferência de imprensa a vice-presidente Extremeña, Cristina Tenente, referiu que Portugal entre 2008 e 2009 não pagou um tostão pelos serviços prestado e em 2010 apenas um valor simbólico.
A porta-voz do governo da Extremadura, adiantou ainda que estão a decorrer negociações para que o governo Português pague a dividida, e que esta situação não implica que paralise o serviço, referiu.

Na sequência destas declarações a ULSNA, em nota à Comunicação Social informa sobre os “Partos em Badajoz”

O Protocolo Técnico de Assistência Sanitária à Mulher Grávida foi celebrado entre o Estado Português (Administração Regional de Saúde do Alentejo, I.P.) e o Estado Espanhol (Serviço Estremenho de Saúde) em 2006, tendo a responsabilidade financeira sido assumida, desde então, pelo Ministério da Saúde através da Administração Central do Sistema de Saúde (ACSS).

O Conselho de Administração da Unidade Local de Saúde do Norte Alentejano (ULSNA) tomou conhecimento em Abril de 2011 do ofício remetido pela ACSS imputando a responsabilidade à ULSNA pelos referidos pagamentos com efeitos a 2010.

Dado que a ULSNA não tinha previsto no seu orçamento tais encargos, solicitou em Agosto de 2011 esclarecimentos à Administração Regional de Saúde do Alentejo, IP., encontrando-se até à presente data a aguardar orientações superiores.

O Conselho de Administração da Unidade Local de Saúde do Norte Alentejano tem a firme convicção de que as responsabilidades assumidas serão, oportunamente, cumpridas na íntegra.

ULSNA 3 de Janeiro de 2012
Gabinete de Comunicação