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domingo, 30 de outubro de 2016

Alentejo – Advogada com escritório em Campo Maior foi condenada a sete anos e meio de prisão


Uma advogada, de 42 anos, foi condenada, pelo Tribunal de Portalegre, a sete anos e meio de prisão efetiva por abuso de confiança, burla e prevaricação de advogado.

A mulher, com escritório em Campo Maior, foi condenada pela prática de seis crimes de abuso de confiança, um de burla e nove de prevaricação de advogado.

A arguida foi ainda proibida de exercer a actividade de advocacia pelo período de quatro anos e condenada a pagar um montante global de quase 55 mil euros a sete ofendidos, pode ler-se no mesmo comunicado.

Fonte judicial revelou que a advogada, com escritório em Campo Maior, no distrito de Portalegre, recebeu verbas para pagamentos em dívida a instituições financeiras de clientes seus que tinham processos de execução e de insolvência.

Segundo a mesma fonte, no julgamento, realizado na segunda-feira no Tribunal de Portalegre, ficou provado que a causídica não efectuou o pagamento das dívidas e não fez quaisquer diligências nos processos, tendo gastado o dinheiro em proveito próprio.

Os factos ocorreram entre Janeiro de 2009 e Fevereiro de 2012, adiantou a fonte, indicando que a mulher recebeu dos lesados quase 47 mil euros.

A fonte judicial assinalou que a advogada, que actualmente se encontra em liberdade, na sequência do recurso da decisão, já tinha sido condenada, em 2013, pelo Tribunal de Elvas a uma pena suspensa de dois anos e sete meses por crimes idênticos.

terça-feira, 6 de maio de 2014

Estremoz - Advogada assassinada com violência


Um processo de divórcio conflituoso terá estado na origem de um homicídio ocorrido pelas 16h00 de hoje, dia 6, no Largo da República (Antigo Largo da Porta Nova), em Estremoz.

A vítima, e advogada da mulher do alegado agressor, terá sido agredida no seu escritório pelo indivíduo, um conhecido comerciante de fruta da cidade.

Natália de Sousa, tinha 50 anos, era natural do norte do país e vivia há vários anos na cidade alentejana. O presumível homicida, Francisco Borda d´Água, é natural de Estremoz e tem 54 anos.

Devido ao estado em que se encontrava o corpo da vítima, as próprias autoridades não conseguiram ainda determinar as causas da morte. Na zona falava-se ‘em tiro’ ou agressão física.
A invulgaridade do incidente na pacata cidade atraiu dezenas de populares ao local. Após o crime o agressor entregou-se à polícia.

No local estiveram agentes da Policia de Segurança Pública, elementos dos Bombeiros Voluntários de Estremoz e responsáveis de saúde do Suporte Imediato de Vida (SIV) do Instituto Nacional de Emergência Médica (INEM).
O caso está entregue à Policia Judiciária.
Fonte Brados do Alentejo e Ejornal