O Auditório do Centro Cultural de Arronches, vai acolher o espetáculo
solidário "LUZ ", dia 13 de janeiro (sábado), às 21h30.
Um espetáculo cuja receita reverte a favor da Liga Contra o
Cancro.
Organização: Grupo Flamencura
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O Auditório do Centro Cultural de Arronches, vai acolher o espetáculo
solidário "LUZ ", dia 13 de janeiro (sábado), às 21h30.
Um espetáculo cuja receita reverte a favor da Liga Contra o
Cancro.
Organização: Grupo Flamencura
A Fundação da Casa de Bragança promoveu, na passada noite de
6 de janeiro, pelas 19 horas, um Concerto do Dia de Reis.
A iniciativa teve lugar na Igreja dos Agostinhos, em Vila
Viçosa, e contou com a brilhante atuação do Rancho Coral Etnográfico de Vila
Nova de São Bento.
O Rancho Coral e Etnográfico de Vila Nova de São Bento foi
fundado em 1929, em Vila Nova de São Bento, no concelho de Serpa.
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Celebrado a 6 de janeiro, o Dia de Reis é uma data
comemorativa com tradição no Alentejo e muito importante do calendário
religioso da Igreja Católica e relembra a visita dos reis magos a Jesus.
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A Igreja dos Agostinhos:
Localizada frente ao Paço Ducal surge o Convento e Igreja
dos Agostinhos, cuja construção teve início em 1267, no reinado de D. Afonso
III, sob a invocação de Nossa Senhora da Graça. Entregue à Ordem dos Eremitas
Calçados, este foi o primeiro convento a ser instituído em Vila Viçosa.
Aquando do início da construção do Palácio Ducal (1501), o
convento foi reestruturado, por ordem de D. Jaime, quarto Duque de Bragança, e
a sua fachada ficou virada para o Terreiro do Paço do Paço Ducal.
A igreja, de estilo barroco, transformou-se, a partir de
1677, no Panteão da memória dos Duques de Bragança, acolhendo no seu interior o
túmulo do primeiro Duque de Bragança – D. Afonso, classificado monumento
nacional desde 1910.
Vídeo / Ver no Facebook
Vídeo/Foto / Emílio Moitas
As Janeiras, ou cantar as Janeiras no Dia de Reis que se assinala a cada 6 de janeiro, é uma tradição portuguesa que consiste na reunião de grupos que, cantando de porta em porta, desejam às pessoas um feliz ano novo em versos simples, mas que retratavam fielmente a realidade de tempos que já lá vão.
No acompanhamento do Cantar as Janeiras podem ser utilizados
instrumentos musicais, como a pandeireta, flauta, roncas, viola, acordeão e
bombo. As músicas são normalmente conhecidas e a letra pode variar de
localidade para localidade.
Que todos os arronchenses
Tenham muitas felicidades
Presentes e ausentes
De todas as idades.
Senhores não demoreis
Que é muito frio o luar,
Vinde-nos dar as Janeiras
Que nós temos de caminhar.
O Dia de Reis assinala a data em que os três Reis Magos
(Gaspar, Belchior e Baltasar) foram visitar a dar oferendas ao Menino Jesus,
que consistiam em ouro, incenso e mirra.
Em alguns países, especialmente nos países hispânicos, assim
como em algumas zonas da raia alentejana é tradição neste dia mágico dar
prendas às crianças, deixadas pelos Reis Magos do Oriente.
Em Portugal, com destaque para o Alentejo, nesta altura
cantam-se as Janeiras, come-se romã em jejum para que não falte dinheiro em
casa e durante todo o ano e parte-se o Bolo-rei.
Fotos/ Emílio Moitas
O fenómeno do vandalismo no Alentejo rural e em Arronches em particular, embora não seja preocupante também existe, não é menor, ou seja, é algo que tem a sua importância e que convém ser denunciado e acompanhado pelas autoridades de forma a conter excessos, que hoje por maldade ou passatempos reprováveis, lançam pedras da muralha e fazem perigar as viaturas estacionadas no "Parque de Estacionamento", mas amanhã podem causar danos maiores.
Uma situação que foge ao tradicional tudo bem com a
fotografia bonita, ou ainda vista por outros como um assunto a ocultar a
pretexto de dar má imagem á terra, deixando impunes atos praticados durante a
noite, motivada por rebeldia, efeito manada e escassa formação cívica, que leva
à destruição em alguns casos de mobiliário urbano, como bancos de jardim,
caixotes do lixo, sinais de trânsito ou utilização indevida de parques infantis
durante a madrugada.
O intuito desta publicação tem por objetivo que se fique
atento a este tipo de comportamentos e se denunciem estas situações ás
autoridades, caso se tenha conhecimento das mesmas de forma a corrigir atitudes
e preservar um património que está ao serviço da população e foi pago por
todos.
Fotos/ Emílio Moitas
Fonte do Comando Sub Regional de Emergência e Proteção Civil
do Alto Alentejo, informou que a viatura era conduzida por uma mulher com cerca
de 60 anos de idade, foi assistida no local e recusou transporte ao hospital.
A mesma fonte referiu, que o alerta foi recebido às 07h34, e
no local estiveram quatro operacionais dos Bombeiros Voluntários de Arronches,
com duas viaturas, no local esteve também a GNR que registou a ocorrência.
A Biblioteca Municipal de Estremoz acolhe a Exposição
Itinerante “O Legado de um Cravo”, no âmbito do programa de comemorações
"50 anos em Liberdade: comemorações do 50.° aniversário da Revolução de
Abril de 1974", a partir de 4 de janeiro de 2024.
Em ano de comemoração dos 50 anos da Revolução de Abril, o
Município de Estremoz associa-se ao Museu do Aljube Resistência e Liberdade,
dando a conhecer, a todos, uma exposição sobre "Abril".
Esta é uma exposição para relembrar alguns dos
acontecimentos da história de Portugal durante a ditadura, nomeadamente todas
as liberdades que estiveram suprimidas durante quase cinco décadas.
Estará patente até ao dia 31 de janeiro de 2024.