terça-feira, 9 de janeiro de 2024

Arronches – "LUZ" Um Espetáculo Solidário para assistir no Centro Cultural

 

O Auditório do Centro Cultural de Arronches, vai acolher o espetáculo solidário "LUZ ", dia 13 de janeiro (sábado), às 21h30.


Um espetáculo cuja receita reverte a favor da Liga Contra o Cancro.


Organização: Grupo Flamencura


 

domingo, 7 de janeiro de 2024

Alentejo – Possivelmente o melhor concerto Reis aconteceu na Igreja dos Agostinhos em Vila Viçosa


A Fundação da Casa de Bragança promoveu, na passada noite de 6 de janeiro, pelas 19 horas, um Concerto do Dia de Reis.


A iniciativa teve lugar na Igreja dos Agostinhos, em Vila Viçosa, e contou com a brilhante atuação do Rancho Coral Etnográfico de Vila Nova de São Bento.


O Rancho Coral e Etnográfico de Vila Nova de São Bento foi fundado em 1929, em Vila Nova de São Bento, no concelho de Serpa.


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Celebrado a 6 de janeiro, o Dia de Reis é uma data comemorativa com tradição no Alentejo e muito importante do calendário religioso da Igreja Católica e relembra a visita dos reis magos a Jesus.


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A Igreja dos Agostinhos:


Localizada frente ao Paço Ducal surge o Convento e Igreja dos Agostinhos, cuja construção teve início em 1267, no reinado de D. Afonso III, sob a invocação de Nossa Senhora da Graça. Entregue à Ordem dos Eremitas Calçados, este foi o primeiro convento a ser instituído em Vila Viçosa.


Aquando do início da construção do Palácio Ducal (1501), o convento foi reestruturado, por ordem de D. Jaime, quarto Duque de Bragança, e a sua fachada ficou virada para o Terreiro do Paço do Paço Ducal.


A igreja, de estilo barroco, transformou-se, a partir de 1677, no Panteão da memória dos Duques de Bragança, acolhendo no seu interior o túmulo do primeiro Duque de Bragança – D. Afonso, classificado monumento nacional desde 1910.


Vídeo / Ver no Facebook

Vídeo/Foto / Emílio Moitas








 

sábado, 6 de janeiro de 2024

Alentejo – Em Dia de Reis em Arronches come-se romã e canta-se as Janeiras

 

As Janeiras, ou cantar as Janeiras no Dia de Reis que se assinala a cada 6 de janeiro, é uma tradição portuguesa que consiste na reunião de grupos que, cantando de porta em porta, desejam às pessoas um feliz ano novo em versos simples, mas que retratavam fielmente a realidade de tempos que já lá vão.


No acompanhamento do Cantar as Janeiras podem ser utilizados instrumentos musicais, como a pandeireta, flauta, roncas, viola, acordeão e bombo. As músicas são normalmente conhecidas e a letra pode variar de localidade para localidade.


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Que todos os arronchenses

Tenham muitas felicidades

Presentes e ausentes

De todas as idades.


Senhores não demoreis

Que é muito frio o luar,

Vinde-nos dar as Janeiras

Que nós temos de caminhar.


O Dia de Reis assinala a data em que os três Reis Magos (Gaspar, Belchior e Baltasar) foram visitar a dar oferendas ao Menino Jesus, que consistiam em ouro, incenso e mirra.


Em alguns países, especialmente nos países hispânicos, assim como em algumas zonas da raia alentejana é tradição neste dia mágico dar prendas às crianças, deixadas pelos Reis Magos do Oriente.


Em Portugal, com destaque para o Alentejo, nesta altura cantam-se as Janeiras, come-se romã em jejum para que não falte dinheiro em casa e durante todo o ano e parte-se o Bolo-rei.

Fotos/ Emílio Moitas






 

sexta-feira, 5 de janeiro de 2024

Arronches - Escola de Música sai à rua para cantar as janeiras no Dia de Reis


A Associação Escola de Música de Arronches, sai à rua para cantar as janeiras no próximo sábado 6 de janeiro, Dia de Reis.

Para mais informação ver programa em anexo.

 

quarta-feira, 3 de janeiro de 2024

Alentejo – Vandalismo envergonha e destrói um património que é de todos


O fenómeno do vandalismo no Alentejo rural e em Arronches em particular, embora não seja preocupante também existe, não é menor, ou seja, é algo que tem a sua importância e que convém ser denunciado e acompanhado pelas autoridades de forma a conter excessos, que hoje por maldade ou passatempos reprováveis, lançam pedras da muralha e fazem perigar as viaturas estacionadas no "Parque de Estacionamento", mas amanhã podem causar danos maiores.


Uma situação que foge ao tradicional tudo bem com a fotografia bonita, ou ainda vista por outros como um assunto a ocultar a pretexto de dar má imagem á terra, deixando impunes atos praticados durante a noite, motivada por rebeldia, efeito manada e escassa formação cívica, que leva à destruição em alguns casos de mobiliário urbano, como bancos de jardim, caixotes do lixo, sinais de trânsito ou utilização indevida de parques infantis durante a madrugada.


O intuito desta publicação tem por objetivo que se fique atento a este tipo de comportamentos e se denunciem estas situações ás autoridades, caso se tenha conhecimento das mesmas de forma a corrigir atitudes e preservar um património que está ao serviço da população e foi pago por todos.

Fotos/ Emílio Moitas









 

Acidente - Automóvel colide com vaca brava na EN 246 na zona da ponte de Algalé



Um veículo ligeiro de passageiros colidiu, esta manhã de quarta feira dia 3 de janeiro, com uma vaca brava, na Estrada Nacional (EN) 246, na zona da ponte Algalé, entre Santa Eulália e Arronches, no concelho e Elvas.

Fonte do Comando Sub Regional de Emergência e Proteção Civil do Alto Alentejo, informou que a viatura era conduzida por uma mulher com cerca de 60 anos de idade, foi assistida no local e recusou transporte ao hospital.


A mesma fonte referiu, que o alerta foi recebido às 07h34, e no local estiveram quatro operacionais dos Bombeiros Voluntários de Arronches, com duas viaturas, no local esteve também a GNR que registou a ocorrência.

segunda-feira, 1 de janeiro de 2024

Alentejo – Exposição “O Legado de um Cravo" para ver em Estremoz


A Biblioteca Municipal de Estremoz acolhe a Exposição Itinerante “O Legado de um Cravo”, no âmbito do programa de comemorações "50 anos em Liberdade: comemorações do 50.° aniversário da Revolução de Abril de 1974", a partir de 4 de janeiro de 2024.


Em ano de comemoração dos 50 anos da Revolução de Abril, o Município de Estremoz associa-se ao Museu do Aljube Resistência e Liberdade, dando a conhecer, a todos, uma exposição sobre "Abril".


Esta é uma exposição para relembrar alguns dos acontecimentos da história de Portugal durante a ditadura, nomeadamente todas as liberdades que estiveram suprimidas durante quase cinco décadas.


Estará patente até ao dia 31 de janeiro de 2024.