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terça-feira, 27 de janeiro de 2015

Arronches – Limpeza de árvores das bermas da EN 371


No âmbito de contratos celebrados pela "Estradas de Portugal EP", com empresas privadas está a decorrer na Estrada Nacional 371, Arronches/Campo Maior a execução de trabalhos de limpeza de árvores existentes junto a esta via de forma a garantir a segurança rodoviária desta estrada.

Hoje dia 27 de janeiro, ao início da manhã os trabalhos decorriam junto à Ponte de Santa Maria, na saída de Arronches para Portalegre e Espanha, local onde um técnico da empresa responsável pelos trabalhos nos garantiu que o pessoal que executa as podas com motosserras e outras serras mecânicas, possui a formação necessária para proceder a este tipo de trabalho sem causar danos irreversíveis no arvoredo.

De referir que associações ambientalistas como Quercus e muitos particulares,  que no passado questionaram a EP Estradas de Portugal, por injustificados cortes de árvores e podas bárbaras, alertando para que no futuro possam promover a gestão do arvoredo de forma sustentável e coerente, evitando mutilar horrivelmente árvores sem problemas fitossanitários que justifiquem esse tipo de intervenção.

Tanto a selecção das árvores como o tipo de intervenção a efectuar deve estar sempre a cargo de técnicos especializados da EP, "com experiência e habilitações em gestão de arborização", de forma a preservar a beleza e monumentalidade de verdadeiros corredores verdes existentes junto das estradas portuguesas.  




segunda-feira, 12 de março de 2012

Esperança – Poda excessiva de jovens árvores motiva protestos

Nos últimos dias tem-nos chegado diversos alertas chamando a atenção para podas abusivas de árvores ornamentais, com destaque para a zona do Campo de Jogos de Esperança, área da antiga estação da CP de Santa Eulália e ainda junto á Piscina Municipal de Arronches.

Embora não tenhamos conhecimento do motivo que esteve na origem da maioria destas podas, que no caso de Santa Eulália apenas lhe deixou os troncos, conseguimos ainda apurar que a poda efectuada na freguesia de Esperança e que mutilou excessivamente algumas árvores ainda muito jovens do Campo de Jogos, foi executada a mando da EDP de forma a acautelar o futuro as linhas eléctricas, isto a aquando do crescimento dessas árvores.

Sabemos que podar árvores não é algo fácil. Exige conhecimento, técnica e ferramentas adequadas. Além disso, exige avaliação criteriosa, para saber se uma dada árvore realmente precisa ser podada ou não. No geral, uma árvore fica mais saudável sem podas. Mas, por tradição ou desconhecimento, as pessoas pensam que devem podá-las periodicamente.

Esta prática muito criticada quando praticada em excesso nas árvores ornamentais de parques e jardins acaba por privar os utilizadores desses espaços de sombra e ainda por prejudicar a saúde e qualidade das árvores.
Segundo O biólogo Jorge Paiva, “As pessoas parecem ignorar que as árvores crescem e que têm raiz, assim como árvores mutiladas perdem tanto a função de sombrear, quanto a de libertar oxigénio, além de ficarem expostas a doenças”.

Para se evitar este cenário triste que motiva quase sempre o desagrado das populações e dos turistas que nos visitam, esperamos que os responsáveis por estas práticas terminem estas acções barbaras e excessivas, para que no futuro possam promover a gestão do arvoredo de forma sustentável e coerente nos espaços públicos.

terça-feira, 10 de fevereiro de 2009

“Uma poda mal feita pode condenar a árvore”



Um pouco por todo o país as árvores dos espaços urbanos continuam a ser vítimas de acções bárbaras que arrepiam e indignam os corações mais sensíveis. Este problema poderia ser minorado se os responsáveis por esses espaços facultassem acções de formação aos técnicos que trabalham nesse sector de forma a frequentarem cursos de podas de árvores. Essas mesmas árvores passariam a ser podadas com mais gosto, ficando com parte dos seus ramos ou galhos, prontos a “trabalhar” mais um ano em nosso benefício, purificando-nos o ar e dando-nos a apetecida e refrescante sombra quando o sol escalda.Podar as árvores dos espaços urbanos não exige grande ciência, qualquer agricultor brioso o sabe fazer, mas, alguns dos que tratam das árvores em espaços públicos vão mais pelo facilitismo e pela insensibilidade. Quando se poda uma árvore temos de sentir que estamos a tratar de outro ser vivo indispensável à nossa sobrevivência e de uma generosidade sem limites. Por isso, Miguel Torga imaginava a poda das videiras do Douro, “como uma mãe que faz a trança à filha”.Alguns serviços camarários dizem que certas árvores têm de ser brutalmente decepadas porque as ruas em que estão plantadas são demasiado pequenas para o seu porte e alguns munícipes não gostam de árvores perto das suas habitações, muitas vezes a pretexto da possível sujidade ocasionada pelas folhas da árvore ou pelo simples facto de alguém que mora na zona e quer ter uma vista desafogada. Pois bem, antes de se plantar uma árvore deve-se avaliar o espaço que lhe queremos destinar e assim evitar no futuro ter que mutilar ou abater árvores saudáveis.

Em Arronches embora este drama seja menos frequente, por vezes surge uma ou outra situação como a da foto que ilustra este post, registada na Bairro de Santo António.
Para além de pouco estéticos os troncos destas jovens árvores, poderão ainda provocar algum acidente a quem circule pelo passeio em noites de menor visibilidade…