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quarta-feira, 29 de novembro de 2017

O Grupo GEDA levou caminhantes à XIII Travessia Pedestre de São Mamede


O Grupo de Ecologia e Desportos de Aventura (GEDA), de Campo Maior, pelo décimo terceiro ano consecutivo, organizou a sua já conhecida Travessia Pedestre, por etapas.

A iniciativa que teve também por objectivo dinamizar a rede de percursos em natureza no Alto Alentejo, "Alentejo Feel Nature", manteve por isso, nesta edição, o seu traçado transfronteiriço, percorrendo ambos os lados da fronteira.

Entre Alburquerque (ES) e Castelo de Vide (PT), ao longo de 120 km, os cerca de 400 participantes desta edição 2017, tiveram a oportunidade de conhecer a riqueza ambiental, paisagística, arquitectónica e cultural da Raia.

Em cooperação com o Ayuntamiento de Alburquerque e de Valencia de Alcántara, e com o apoio do Município de Campo Maior, de Município de Arronches, e do Delta Cafés, entre os dias 22 de Outubro e 26 de Novembro de 2017, a GEDA foi trilhou um dos territórios mais emblemáticos da EUROACE.
Fotos: Emílio Moitas/Fonte: GEDA







segunda-feira, 7 de agosto de 2017

Incêndio rural perto de Elvas levou ao corte da EN 373 e cobriu de fumo a cidade de Badajoz



Um incêndio deflagrou ao início da tarde desta segunda-feira, 7 de Agosto, no Lagar da Ponte das Hortas, encontrando-se a EN 373 encerrada ao trânsito.

Este incêndio que durante a tarde cobriu de fumo e tornou o ar irrespirável na cidade de Badajoz, foi considerado dominado às 19h57 e já foram reabertas ao trânsito as estradas que estavam cortadas, disse fonte da Proteção Civil.

Fonte do Comando Distrital de Operações de Socorro (CDOS) de Portalegre adiantou á imprensa, que o fogo deflagrou na zona da Boa Fé, perto da cidade de Elvas e da autoestrada A6, tendo devastado uma área de pasto e de olival.

O incêndio obrigou ao corte da Estrada Nacional 373 entre Elvas e Campo Maior e da Estrada Municipal 116, entre Elvas e o Caia.

Alguma descoordenação na orientação do trânsito na Estrada Nacional 373, na saída de Campo Maior, provocou a escassos kms do incêndio, o bloqueio da estrada por largas dezenas de camiões, com os profissionais dos pesados em arriscadas manobras a tentaram inverter de novo a marcha em direcção a Campo Maior.

O combate às chamas, segundo a fonte do CDOS, envolveu 136 operacionais de várias corporações de bombeiros dos distritos de Portalegre e de Évora, apoiados por 39 veículos e dois helicópteros, sendo um de Espanha.

Vídeo/Fotos: Emílio Moitas
Ver vídeo em Facebook Moitas/sul












quinta-feira, 13 de julho de 2017

Portalegre – Corrupção levou à condenação de civis e militares da GNR


O Tribunal de Portalegre, condenou esta quinta-feira dia 13 de julho, 17 dos 18 arguidos, entre militares da GNR e civis, num caso de corrupção que escandalizou a cidade.

Neste processo, que envolveu quatro militares da Guarda e catorze civis, estava em causa a acusação por crimes de corrupção, recebimento indevido de vantagens, abuso de poder e fraude fiscal.

Militares de Portalegre estavam acusados de corrupção, recebimento indevido de vantagem, abuso de poder e fraude fiscal, com dois militares da GNR, incluindo um tenente-coronel, a penas de prisão efetiva de oito e sete anos e outros dois e 13 civis a penas suspensas.

Os quatro militares da guarda e os 14 civis arguidos no processo, um dos quais foi absolvido, estavam acusados pelo Ministério Público de corrupção, recebimento indevido de vantagem, abuso de poder e fraude fiscal.

Dos quatro militares arguidos, dois estavam em prisão preventiva, segundo a Lusa: o tenente-coronel Jorge Ferrão, que hoje foi condenado a oito anos de prisão efetiva, e o cabo da GNR no Posto Fiscal de Elvas Joaquim Santos, condenado a sete anos de prisão efetiva.

O militar do destacamento de trânsito da GNR de Portalegre Joaquim Camilo, que esteve detido preventivamente e libertado em fevereiro deste ano, foi condenado pelo tribunal à pena única de três anos e seis meses de prisão, suspensa na sua execução pelo mesmo período de tempo e subordinada ao dever entregar, no prazo de 90 dias, a quantia de 1.500 euros a uma instituição de solidariedade.

Renato Freire, também militar do destacamento de trânsito da GNR em Portalegre foi condenado na pena de um ano e quatro meses de prisão, suspensa na sua execução pelo mesmo período de tempo e terá de entregar, no prazo de 90 dias, 750 euros a uma instituição de solidariedade.

O empresário António Louro, o único dos 14 arguidos civis que esteve detido no âmbito deste processo, foi condenado à pena única de quatro anos e seis meses de prisão, suspensa na sua execução por período idêntico, devendo entregar no espaço de 90 dias a quantia de 4.000 euros a uma instituição de solidariedade.

Foto: Emílio Moitas /fonte TVI24