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sexta-feira, 2 de junho de 2017

La Codosera – Fogo queima madeira cortada e mata de eucaliptos

A tarde desta sexta-feira fica marcada por um incêndio de grandes dimensões junto a localidade de La Codosera, próximo da fronteira com Portugal, que destruiu algumas pilhas madeira já cortada e uma mata de eucaliptos.

O incêndio de origem desconhecida surgiu cerca das 14 horas (hora portuguesa), com várias frentes de fogo, que rapidamente ajudadas pelo vento forte que se fazia sentir, progrediram em direcção á estrada que liga esta localidade com Alburquerque pela BA-008.

O muito fumo que assustou os habitantes de La Codosera,  era visível desde diversas localidades da Extremadura e do Alentejo, como Arronches, o que  levou as autoridades a cortarem o trânsito na BA-008.

O incêndio que ao início da noite se encontrava controlado e em face de rescaldo, foi combatido por dois helicópteros e dezenas de bombeiros espanhóis do Plan INFOEX (Servicio de Prevención y Extinción de Incendios Forestales de la Comunidad Autónoma de Extremadura), assim como bombeiros portugueses provenientes de diversas corporações do distrito de Portalegre, que colaboraram no combate ás chamas. 

De referir que a Comunidade da Extremadura, tinha aprovado no passado dia 17 de maio, a norma que estabelece a época de perigo de incêndios florestais em 2017 do Plan INFOEX, e que regula o uso do fogo e actividades que possam provocar incêndios, declarando a época de Perigo Alto de incêndios florestais, entre 1 de junho e 15 de outubro de 2017, na Comunidade Autónoma da Extremadura.

No terreno para além dos operacionais que combateram o incêndio esteve ainda Guardia Civil.
Fotos: Emílio Moitas  







sábado, 17 de outubro de 2015

Arronches - Taça de Portugal: Nacional desloca-se ao recinto do FC Mosteirense


A equipa de Mosteiros, do Distrital de Portalegre, pela primeira vez na terceira ronda da Taça de Portugal, tem pela frente este domingo uma equipa da primeira divisão, o Nacional da Madeira, que na época passada chegou às meias finais da competição.

O sorteio da 3ª eliminatória da Taça de Portugal, assim o ditou com o Nacional a deslocar-se ao recinto do FC Mosteirense, no Estádio Francisco Palmeiro em Arronches.

Duas vezes vencedor da Taça da AF Portalegre, o Mosteirense chega a esta fase da competição depois de ter ido vencer ao terreno do Sporting Ideal por 2-0.

Apesar de defrontar um adversário de “outro campeonato” o Mosteirense tem “trabalhado normalmente” e o objetivo principal é o de “dar uma boa imagem do clube”, essa é a mensagem deixada pelos dirigentes da equipa alentejana.

O jogo entre o Mosteirense e o Nacional da Madeira começa às 15h00 de domingo e vai ser acompanhado através de uma emissão especial da Rádio Portalegre, com relato de António Parente. 


terça-feira, 17 de setembro de 2013

Memórias da arte pastoril no concelho de Arronches

A arte pastoril no Alentejo e em particular no concelho de Arronches remete-nos já para tempos que nos parecem longínquos. Esta arte foi durante muito tempo uma actividade paralela á questão do pastoreio em que se matava o tempo alentejano produzindo os mais variados objectos utilitários, mas também decorativos (eram feitas cáguedas que serviam como fechos de coleira de gado com chocalhos suspensos.

Outros obejetos como tropeços de cortiça, canudos de lareira de cana ou sabugueiro, rolos de madeira para estender a massa, tarros, coxos, molduras saleiros de cortiça, ou ainda trabalhos em chifre, como azeitoneiros, polverinhos, cornas para as azeitonas assobios, botões, pentes etc.) tendo sempre como recurso os materiais mais próximos do pastor (madeira, canas, cortiça, junco, palha, bunho, chifres entre muitos outros dependendo apenas da imaginação e da habilidade).

A navalha é, na arte pastoril, o elemento essencial, é ela que borda os materiais, que escava, que corta, recorta, entalha, encaixa e esgravata. Se por um lado a arte pastoril, nasce para suprimir muitas das carências e dos recursos materiais das quais as pessoas do campo sofriam criando objectos utilitários e de uso pessoal ela começou também assumir uma vertente mais decorativa, mas de uma forma ou de outra nunca esquecendo as questões estéticas. Muitas vezes alguns dos objectos produzidos no campo à sobra de qualquer azinheira era a prova da paciência de um amor cuja obra lhe era oferecida.

A cágueda aqui reproduzida pertence a um chocalho existente na freguesia de Mosteiros e utilizado já por altura da guerra civil espanhola (1936), pelos rapazes da freguesia para na noite de comadres irem dar a chocalhada às raparigas.  

As cáguedas trabalhadas sempre foram o orgulho dos pastores, que tinham possibilidade de as exibir nas feiras ou na cerimónia da bênção do gado, tradição rural cuja memória se perde na memória dos tempos e em que os pastores e proprietários de vários tipos de animais desfilavam frente ao padre, que com o hissope aspergia água benta para cima das reses.

 O Dicionário Cândido de Figueiredo (edição de 1913) diz que “cágueda” é um termo feminino usado na província do Alentejo, para designar a travinca com que às vezes se prende o chocallho à coleira. Etimologicamente provirá de “cáguedo´=cágado”. Efectivamente, há cáguedas que pela sua forma arredondada fazem lembrar um cágado com a cabeça de fora. E o bom povo alentejano, fazendo de padre de serviço, terá baptizado assim aquilo que tinha de ter nome.

Bibliografia
- PESSANHA, D. SEBASTIÃO. Fechos das coleiras do gado na Beira-Baixa e no Alentejo, Imprensa Portuguesa, Porto, 1951.
- Prof. Hernâni Matos - Estremoz

terça-feira, 8 de janeiro de 2013

GNR sensibiliza para o controlo do nemátodo da madeira do pinheiro


A GNR está a realizar, desde o passado dia 1 de Janeiro e até ao final de Dezembro de 2013, uma operação de fiscalização e sensibilização do transporte de madeira e seus derivados, com o objetivo de controlar o nemátodo do pinheiro, um dos organismos com maior potencial destrutivo para a floresta de coníferas e que tem sido responsável por fortes limitações ao comércio internacional de madeira.

Durante este período a Guarda, através dos elementos do Serviço de Proteção da Natureza e do Ambiente, irá sensibilizar os transportadores e restantes responsáveis pelas atividades de exploração, comercio e transportes, para esta temática.

terça-feira, 9 de março de 2010

Exposição – Esculturas em Madeira no Centro de Educação Ambiental

Está patente ao público no Centro de Educação Ambiental de Arronches a exposição esculturas de Madeira de Nelson Ramos.

Esta exposição poderá ser visitada de 9 a 31 de Março.

O escultor Nelson Ramos reside em Marvão, refere no seu site que é autodidacta, “tudo o que sei fui aprendendo sozinho, cada trabalho que faço é uma aprendizagem”.

Deixamos o link para o site do autor destes trabalhos em madeira: