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terça-feira, 27 de janeiro de 2015

Arronches – Limpeza de árvores das bermas da EN 371


No âmbito de contratos celebrados pela "Estradas de Portugal EP", com empresas privadas está a decorrer na Estrada Nacional 371, Arronches/Campo Maior a execução de trabalhos de limpeza de árvores existentes junto a esta via de forma a garantir a segurança rodoviária desta estrada.

Hoje dia 27 de janeiro, ao início da manhã os trabalhos decorriam junto à Ponte de Santa Maria, na saída de Arronches para Portalegre e Espanha, local onde um técnico da empresa responsável pelos trabalhos nos garantiu que o pessoal que executa as podas com motosserras e outras serras mecânicas, possui a formação necessária para proceder a este tipo de trabalho sem causar danos irreversíveis no arvoredo.

De referir que associações ambientalistas como Quercus e muitos particulares,  que no passado questionaram a EP Estradas de Portugal, por injustificados cortes de árvores e podas bárbaras, alertando para que no futuro possam promover a gestão do arvoredo de forma sustentável e coerente, evitando mutilar horrivelmente árvores sem problemas fitossanitários que justifiquem esse tipo de intervenção.

Tanto a selecção das árvores como o tipo de intervenção a efectuar deve estar sempre a cargo de técnicos especializados da EP, "com experiência e habilitações em gestão de arborização", de forma a preservar a beleza e monumentalidade de verdadeiros corredores verdes existentes junto das estradas portuguesas.  




terça-feira, 3 de abril de 2012

Arronches - Destaque de capa do Jornal Alto

Destaques da última edição do Jornal Alto Alentejo nº 273 de 04 Abril de 2012.

Em Arronches o destaque de capa vai para a “limpeza na Barragem do Caia”, pelos Bombeiros Voluntários no passado fim de semana.

domingo, 1 de abril de 2012

Arronches - Bombeiros Voluntários promovem acção de limpeza na barragem do Caia

A Associação dos Bombeiros Voluntários de Arronches promoveu este domingo dia 01 de Abril uma acção de limpeza de lixo nas margens da barragem do Caia.

Nesta acção participaram cerca de 50 voluntários que divididos em diversas brigadas recolheram resíduos domésticos maioritariamente constituídos por embalagens de plástico e vidro ali indevidamente abandonados por pescadores e outros utilizadores da barragem.

Com esta campanha de limpeza pretenderam os Bombeiros Voluntários de Arronches minimizar os efeitos da poluição e ao mesmo tempo sensibilizar os utilizadores deste espaço tão importante para a biodiversidade e para as populações que dai bebem água, como (Arronches, Campo Maior ou Elvas).

A acção que decorreu durante a parte da manhã terminou com um lanche oferecido a todos os participantes por parte da Autarquia de Arronches.

Nesta actividade os Bombeiros Voluntários de Arronches, contaram com os apoios do Município, Águas do Norte Alentejano, Valnor e Agrupamento de Escolas de Arronches.





















































sexta-feira, 23 de março de 2012

Arronches - Associação dos Bombeiros Voluntários promove acção de limpeza na barragem do Caia

A Associação dos Bombeiros Voluntários de Arronches vai organizar uma actividade que visa a recolha de lixo na Barragem do Caia, a ter lugar no próximo dia 1 de Abril.

Esta acção visa minimizar os efeitos da falta de gestão deste plano de água tão importante para a biodiversidade como para as populações que dai bebem água (Arronches ,Campo Maior ou Elvas).

As inscrições para participar nesta actividade podem ser efectuadas até 29 de Março nos Bombeiros Voluntários de Arronches.

Para mais informação consultar cartaz em anexo.

terça-feira, 7 de fevereiro de 2012

Arronches – Pintura e limpeza de beirais no edifício da fortaleza

O município de Arronches procedeu nos últimos dias à limpeza e remoção de ninhos de andorinha dos beirais do edifício da fortaleza
Esta colónia de andorinha dos beirais constituída por centenas de aves que aqui nidificava vinha ocasionando reclamações de alguns residentes e visitantes a pretexto da sujidade ocasionada pela grande concentração de aves na época de reprodução.
Na intervenção agora efectuada no edifício foi ainda pintado o beirado do antigo edifício da cadeia e instalado um dispositivo que evita a reocupação do espaço por parte destas aves.

Este tipo de acções nunca é pacifico dada a diferente sensibilidade, consciência ambiental ou ainda interesses pessoais de cada um, embora tolerado desde que cumpridos os pressupostos legais estabelecidos para o efeito, e praticado fora da época de nidificação para evitar a morte de crias, nunca reúne consensos, se para alguns dos residentes que diariamente conviviam com as andorinhas foi um bom trabalho, outros questionavam a acção dado serem tolerados os excrementos dos cães em diferentes artérias da vila mas não os das andorinhas.

Saiba mais - andorinha-dos-beirais:

A andorinha-dos-beirais é uma espécie colonial, o que significa que os seus ninhos raramente aparecem isolados, surgindo antes em grupos, que recebem o nome de colónias. A dimensão das colónias é muito variável, podendo ir de poucas dezenas a muitas centenas de ninhos. A densidade de ninhos numa dada colónia é, também ela, variável, em função das características do local e da disponibilidade de espaço. A situação mais típica é aquela em que os ninhos se encontram lado a lado, formando uma fiada contínua. Contudo, há casos de colónias pouco coesas, em que cada prédio apenas tem dois ou três ninhos (com um ninho por baixo de cada varanda), havendo outras que são tão densas, que os ninhos formam várias fiadas horizontais paralelas e compactas, dispondo-se verticalmente em vários “andares” (conhecem-se casos de sete andares sobrepostos).

Andorinhas mal-amadas

A andorinha-dos-beirais alimenta-se de insectos, que captura quase exclusivamente em voo. Da sua dieta fazem parte principalmente os afídeos (vulgarmente conhecidos por pulgões), que constituem uma praga para a agricultura, e também as pequenas moscas, tantas vezes incómodas para as pessoas. Assim, a andorinha-dos-beirais, ao eliminar insectos nocivos ou incómodos, contribui positivamente para o bem-estar do ser humano.

Apesar disso, as andorinhas nem sempre são bem acolhidas, especialmente porque a existência de colónias de aves desta espécie é, muitas vezes, sinónimo da presença de dejectos que caem dos ninhos. Por causa disto, são frequentes os casos de destruição intencional das colónias de andorinhas, cuja proximidade é indesejada. Muitas vezes as aves “despejadas” voltam a construir os ninhos no ano seguinte, no mesmo local, por isso nalguns casos as operações de limpeza dos ninhos são acompanhadas da colocação de redes nas paredes, a fim de evitar a recolonização do local em causa. Sendo a andorinha-dos-beirais uma espécie protegida por lei, estes actos de destruição de ninhos são ilegais e podem dar origem a processos na justiça. Um dos casos mais mediatizados aconteceu em 1999, no Alto Alentejo: os cerca de 400 ninhos da grande colónia de andorinhas-dos-beirais, situada no palácio da justiça de Nisa, foram mandados destruir pelo próprio tribunal, com uma autorização especial do Instituto da Conservação da Natureza. Esta destruição motivou a apresentação de uma providência cautelar pela associação ambientalista FAPAS (Fundo para a Protecção dos Animais Selvagens) e desencadeou um processo que o Supremo Tribunal de Justiça (STJ) acabou por decidir a favor das andorinhas-dos-beirais, tendo ordenado ao tribunal de Nisa a retirada das redes de protecção que aquele havia mandado instalar para evitar a reocupação do espaço por parte das andorinhas. O acórdão do STJ alerta para o facto de que o Estado português não se pode alhear da responsabilidade que lhe cabe na «defesa da vida selvagem».

Ficha técnica:



Nome vulgar: Andorinha-dos-beirais
Nome científico: Delichon urbicum
Dimensão: 14-15 cm.
Descrição: preta e branca. O preto abrange as partes superiores, as asas e a cauda, ao passo que o branco se estende desde a garganta até ao ventre e também abrange o uropígio.
Espécies semelhantes: a andorinha-das-chaminés também tem as asas e o dorso pretos e a cauda comprida, mas falta-lhe o tom dourado no uropígio; a andorinha-dáurica tem o uropígio e as partes inferiores de tom dourado e não branco, sendo a cauda mais longa.
Habitat: para nidificar, utiliza sobretudo construções humanas, como casas, igrejas, tribunais e escolas, mas também pontes, barragens e depósitos de água; para se alimentar, pode ocorrer em qualquer habitat, enquanto procura os insectos de que se alimenta.


Distribuição: distribui-se por todo o território continental; de acordo com o Novo Atlas das aves de Portugal, a espécie é mais frequente na Estremadura, nas bacias do Tejo e do Douro e no litoral do Algarve. Não nidifica nas regiões autónomas (embora ocasionalmente aí apareça durante as migrações).


Estatuto migratório: estival, pode ser observada principalmente desde meados de Fevereiro até Setembro ou Outubro, havendo observações ocasionais durante a estação fria.
Ficha técnica: Gonçalo Elias